27 novembro, 2014

Nova Sede da Emparn em Parnamirim





Rosalba inaugura Unidade de Desenvolvimento Tecnológico da EMPARN

rosalba-emparn 


A governadora Rosalba Ciarlini inaugurou, na manhã desta quinta-feira (27), a Unidade de Desenvolvimento Tecnológico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), em Parnamirim.

A cerimônia contou com a presença do Diretor-presidente da EMPARN, José Geraldo Medeiros, do Secretário Estadual de Agricultura, Tarcísio Bezerra, do Superintendente Federal de Agricultura no Rio Grande do Norte, Woden Madruga Júnior, do Chefe Geral da EMBRAPA, Lucas Antônio, do Presidente do Conselho Nacional de Empresas Estaduais de Pesquisas Agropecuárias (CONSEPA), Florindo Adalberto, do Prefeito de Angicos, Junior Batista, do filho do ex-governador Iberê Ferreira de Souza, José Olímpio, e da viúva do funcionário da EMPARN José Flamarion, Fátima Oliveira, ambos homenageados in memoriam.

25 novembro, 2014

EMPARN vai inaugurar complexo de unidades de pesquisa no Jiqui

Na próxima quinta-feira (27), a partir das 9 horas, com a presença da governadora Rosalba Ciarlini e do governador eleito Robinson Farias, entre outras autoridades do Estado e convidados nacionais, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai inaugurar um complexo de unidades de pesquisa. A Unidade de Desenvolvimento Tecnológico José Flamarion de Oliveira funcionará na Estação Experimental Rommel Mesquita de Faria, no Jiqui, na avenida Eliza Branco Pereira dos Santos, s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.

O prédio da Unidade de Desenvolvimento Tecnológico ocupa uma área 1.426,70m2 onde funcionarão o Laboratório de Água, Solo e Planta; salas de pesquisadores das áreas de produção animal, produção vegetal e aquicultura; serviço de transferência de tecnologia e comunicação; biblioteca, auditório, sala de reunião, banheiros, diretoria e setores administrativos (jurídico, contabilidade e finanças, recursos humanos, compras e serviços/almoxarifado).

Além da Unidade de Desenvolvimento Tecnológico José Flamarion de Oliveira, a Estação Experimental Rommel Mesquita de Faria contará com um complexo de obras formado por: Unidade de Treinamento para técnicos e produtores, com área de 865m2, com alojamentos para vinte pessoas, três salas de aula, salas de apoio, cozinha e refeitório; Unidade Agroindustrial (800m2) para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), com envase e beneficiamento de água de coco, processamento de ração e aproveitamento de resíduos de produtos agrícolas; galpões para máquinas, equipamentos, veículos e implementos agrícolas (800m2); armazém para insumos e produtos agrícolas (400m2); pórtico e via de acesso (6.000m2) aos laboratórios e unidades de treinamento.

O complexo de obras foi construído com recursos da ordem de R$ 4 milhões, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Embrapa). Além das obras, foram adquiridos com os recursos PAC Embrapa móveis, equipamentos, veículos, equipamentos de informática e de laboratório, entre outros, no valor de R$ 2,2 milhões. Ao entrar em funcionamento, a Unidade de Desenvolvimento Tecnológico José Flamarion de Oliveira se torna um marco na história da agropecuária do Rio Grande do Norte, pelo que representa para o progresso e apoio à pesquisa científica agropecuária no Estado.

REUNIÃO DO CONSELHO DE EMPRESAS DE PESQUISA
Além da inauguração das obras, também acontecerá, a partir das 14 horas, a reunião do Conselho Nacional das Entidades de Pesquisa Agropecuária (CONSEPA), formado pelos dirigentes das empresas estaduais de pesquisa. Já confirmaram presença 15 dirigentes, principalmente pesquisadores que atualmente ocupam cargos nessas empresas. Será a primeira reunião do Conselho fora da sua sede (Brasília). O tema principal é “Conjuntura e expectativas da pesquisa agropecuária dos estados”.

EMPARN - Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação
- Assessoria de Comunicação -
www.emparn.rn.gov.br
(84) 3232-5871

II Seminário de Avicultura de Santa Cruz

O Pesquisador da Emparn, Dr Newton Auto de Sousa participará como palestrante do II Seminário de Avicultura do município de Santa Cruz, que será realizado neste dia 28 de novembro de 2014.

O Seminário abordará inicialmente a readequação sócio-técnica para a avicultura caipira de Santa Cruz; instalações, manejo e sanidade e avicultura moderna.

Caberá à Emparn apresentar a "Avicultura Caipira como um Bom Negócio. 

Inscrições e informações no Sebrae - 3291-7301 

Investimentos da Codevasf em aquicultura e pesca são apresentados no 1˚ AquiNordeste

As ações da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para o desenvolvimento de atividades aquícolas foram apresentadas pelo diretor de Revitalização das Bacias Hidrográficas da Companhia, Eduardo Motta, durante o 1˚ AquiNordeste, congresso regional da área de aquicultura realizado em Maceió (AL). O evento teve o objetivo de apresentar informações sobre o cenário mundial da aquicultura para disseminar conhecimento sobre novas técnicas e proporcionar troca de experiências entre integrantes da cadeia produtiva.

Em sua exposição, o diretor de Revitalização da Codevasf apresentou um histórico dos investimentos da Companhia nas áreas de aquicultura e recursos pesqueiros desde o início do programa, no final da década de 1970 e no início dos anos de 1980. Nessa época foram instaladas as duas primeiras unidades de piscicultura ao longo da bacia hidrográfica do rio São Francisco, posteriormente transformadas em centros integrados de recursos pesqueiros e aquicultura: a Estação de Piscicultura de Três Marias, no município mineiro de mesmo nome, e a Estação de Piscicultura de Itiúba, no município alagoano de Porto Real do Colégio.

“Após uma cooperação entre os governos do Brasil e da Hungria, um grupo de técnicos da Codevasf realizou um intercâmbio nesse país europeu com o objetivo de dominar a tecnologia da propagação artificial de peixes tropicais e trazê-la para cá. A partir daí a Codevasf deu início a seu programa de piscicultura, e hoje contamos com sete centros integrados de recursos pesqueiros e aquicultura que produzem, por ano, 24 milhões de peixes juvenis”, afirmou Motta durante sua exposição para um público de aquicultores familiares e empresariais.

Ele destacou a aspectos da infraestrutura dos centros de aquicultura e recursos pesqueiros da Codevasf – como o Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Itiúba(Ceraqua São Francisco) –, que contam com laboratórios de pesquisa, como os de limnologia e genética, e unidades de produção, como tanques e viveiros escavados.

De acordo com o diretor de Revitalização, as ações da Codevasf nas áreas de aquicultura e recursos pesqueiros têm como objetivo não somente a revitalização ambiental, com o aumento da população de peixes nas bacias hidrográficas em que atua, mas também a inclusão social e produtiva.

“A produção de espécies nativas pelos centros integrados de recursos pesqueiros e aquicultura da Codevasf está voltada hoje para a revitalização das bacias hidrográficas com o repovoamento desses recursos hídricos. Além disso, também trabalhamos para garantir a atividade pesqueira nas regiões em que atuamos, especialmente no vale do rio São Francisco, bastante afetado pela regularização das cheias. Com os peixamentos, projetamos beneficiar não somente o meio ambiente, mas também as famílias que sobrevivem da pesca. Os investimentos da Codevasf também beneficiam piscicultores familiares que cultivam peixes em tanques rede organizados em associações e cooperativas”, disse.

Motta também citou o trabalho de produção científica e tecnológico realizado nos centros integrados de recursos pesqueiros e aquicultura da Codevasf e sua contribuição para o desenvolvimento dessas áreas no Brasil. “Temos importantes publicação técnicas produzidas por técnicos da Codevasf, a exemplo do Manual de Piscicultura, do Manual de Criação de Peixes em Tanque Rede e do Manual de Criação de Peixes em Viveiros Escavados. Hoje temos 1.315 publicações técnicas e científicas produzidas nos centros integrados de recursos pesqueiros e aquicultura da Codevasf”, declarou durante sua exposição no AquiNordeste.

O evento contou com a participação de técnicos da Codevasf, de profissionais que prestam assistência técnica e extensão rural aos perímetros irrigados do Boacica e do Itiúba, mantidos pela Codevasf em Alagoas, e de piscicultores apoiados pela Companhia no estado. Um destes foi José Benedito Araújo. Ele faz parte da Associação dos Piscicultores do Assentamento Nova Esperança, que reúne produtores familiares de assentamento de reforma agrária no município de Olho D’Água do Casado, no sertão de Alagoas.

“Desde 2003 temos o apoio da Codevasf para nossas atividades. Esse apoio tem sido bem importante para nós. Com a Codevasf, temos repasse de alevinos, orientação e acompanhamento dos cultivos e a parceria para que possamos participar de congressos como este”, afirmou o piscicultor, que participou do AquiNordeste com dois colegas de associação.

Os piscicultores familiares dos perímetros irrigados da Codevasf em Alagoas também participaram do congresso. Antônio José dos Santos trabalha com o pai no perímetro irrigado Boacica, em Igreja Nova (AL), no qual plantam arroz e criam tambaqui, xira e tilápia, e viu em sua participação no congresso espaços para crescer na atividade.

“Foi uma oportunidade bem legal para trocar experiência com outros piscicultores. Foi bem legal conhecer a experiência de criação de tilápia de outros lugares. Meu pai foi quem pediu para eu participar, e no próximo congresso devemos estar juntos”, revelou. O 1ª AquiNordeste foi uma iniciativa do Sebrae e contou com o apoio da Codevasf, do Governo de Alagoas e da empresa Redfish.

Colaboração ao Blog:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

24 novembro, 2014

Leilão de animais da EMPARN rende mais de R$ 90 mil

O leilão de animais do plantel da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), realizado no último sábado (22), na Estação Experimental de São Gonçalo do Amarante, teve um faturamento em torno dos R$ 90 mil. Foram vendidos mais de 70 animais.

Entre os animais disputados destacaram-se os das raças Sindi e Guzerá. Também foram vendidos animais de outras raças como Pardo-Suíça, Gir e mestiços, além de muares. Os animais leiloados tiveram os seus preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.

A EMPARN encerra o ano de 2014 vendendo mais de cento e setenta animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética, em quase todas as feiras agropecuárias do Rio Grande do Norte, com destaque para as exposições de Caicó, Mossoró e, por último, a Festa do Boi, em Parnamirim. A empresa de pesquisa contribui diretamente para a elevação do padrão genético do rebanho potiguar.

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23 novembro, 2014

Hortas criativas para montar em casa

Globo Rural - Manter uma horta dentro de casa não é mais privilégio de quem tem espaço. Para os adeptos da alimentação saudável e orgânica, a boa notícia é que com um pouco de inovação e criatividade é possível cultivar alimentos em qualquer cantinho. Abaixo, algumas ideias para você se inspirar.

1) Horta na janela.
Pensando em resolver o dilema, as nova-iorquinas Britta Riley e Rebecca Bray desenvolveram o projeto Windowfarms (Fazendas de janela, em tradução livre). O trabalho consiste em um sistema vertical, hidropônico, adaptado para a janela de casas e apartamentos, com garrafas recicladas, tubos para irrigação e um equipamento chamado de “air pump”, que faz com que a água circule nos tubos. Segundo as criadoras do projeto, o sistema é ecologicamente correto e necessita de pouca energia, além de utilizar uma solução orgânica de nutrientes para fertilização. Se a luz do sol também não chegar até a janela onde o sistema está instalado, lâmpadas fornecem iluminação artificial para ajudar no crescimento da planta. As hortas de janela permitem o cultivo de manjericão, coentro, camomila, alface, hortelã, mostarda, tomilho e até tomate. O equipamento custa entre R$ 170 e R$ 400. 
 
2) Horta em prateleiras.
Na Alemanha, 88% da população vive nas cidades e só 5,8% das propriedades rurais são cultivadas de forma ecológica. Com isso, as pessoas deixaram de ter contato com a produção dos alimentos: os espaços urbanos não tem lugar para a agricultura. Pensando nisso, uma dupla de designers alemães, Charlotte Dieckmann e Nils Ferber, desenvolveram a Parasite Farm (fazenda parasita, em uma tradução livre).

Para pequenos apartamentos: horta aproveita os armários da cozinha já existentes
A engenhoca é uma alternativa para quem mora em pequenos apartamentos e não tem uma varanda para cultivar sua própria horta. O sistema permite que o lixo orgânico seja recolhido e se transforme em adubo numa composteira, acoplada embaixo da pia.

O composto pode ser usado na pequena horta, tudo dentro da cozinha, projetado para se adaptar aos móveis já existentes. São pequenos vasos, com sistema de iluminação, que cabem nas prateleiras.

3) Horta com tubos de PVC e garrafas pet.
Daniel Ribeiro, educador ambiental do projeto Arbore Ser, ensina como fazer uma horta urbana vertical, alternativa fácil e econômica para cultivar alimentos em casa.
Para construir o que seria um grande vaso, ele utiliza um tubo de PVC de 1 metro de comprimento e 4 polegadas de diâmetro, duas garrafas pet de 2 litros e uma corda de polipropileno. No cano de PVC são feitos cinco furos, que distam em média 16,5 centímetos um do outro. Para fazer os buracos, Daniel usa uma serra copla e, depois, com a furadeira, faz pequenos furinhos do lado oposto do PVC para drenagem da água.

Para vedar o cano nas laterais ele usa as garrafas pet. O corte das embalagens deve ser feito próximo ao primeiro buraco cortado com serra copla indo até a borda do PVC. Depois de pronta, a garrafa é encaixada dentro do tubo.

Para o plantio das mudas deve ser preparado um substrato contendo terra natural, areia e algum composto orgânico. Em média, cabem de 5 a 6 quilos de substrato dentro do cano com as proporções indicadas. Feito isso, a recomendação é colocar menos da metade dessa terra no cano e, então, acomodar as mudas. Por cima se coloca um pouco mais de terra e pitadas de torta de mamona para fertilizar o solo.

Para pregar o cano na parede, use dois pregos e uma corda de polipropileno, de modo que o fio "abrace" o tubo nas duas extremidades.

Dependendo do espaço que você tem, ainda dá para usar essa técnica e fazer montagens diferentes com os canos, como as propostas pelas arquitetas Cris Cecílio e Daphne Nóbrega.

4) Hortas em caixas, latas e carretel.
Para quem tem quintal, decoradoras brasileiras também apresentam soluções interessantes. Confira abaixo as ideias de Maria Cecília de Miranda e Cleide Pestana para montar hortas de estilo gastando pouco.

21 novembro, 2014

Emparn faz o seu grande Leilão da fazenda Rock Feller neste sábado dia 22 de novembro

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
- See more at: http://www.emparn.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=45789&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=MAT%C9RIA#sthash.y5fd476U.dpuf
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
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A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
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A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
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Audiência definirá o futuro da pesca no Brasil‏

Pescadores, trabalhadores da pesca e empresários do segmento receberam apoio integral do Senado Federal, na manhã desta quinta-feira, em Brasília, durante a audiência pública na Comissão de Agricultura da casa legislativa, para a instituição da autonomia ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MMA) na gestão da pesca brasileira. Na avaliação do setor, somente com o fim do compartilhamento entre os Ministérios de Meio Ambiente (MMA) e da Pesca, que é vigente hoje, será possível desenvolver o setor dando ao MMA caráter fomentador.

“O país precisa crescer. A pesca precisa crescer. E precisa de gestão. No formato atual é impossível. Vamos evoluir. Saio satisfeito e com esperanças desta reunião”, declarou Abraão Lincoln, potiguar que preside a Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA) e lidera o movimento em Brasília.

O senador Benedito Lira (PP), presidente da Comissão de Agricultura, agendará reunião para a próxima semana com o ministro da Casa Civil, Aluísio Mercadante, de quem será cobrada solução imediata. O plano B, caso o Governo não tome a decisão política de resolver o impasse, será uma iniciativa legislativa de urgência que determine as competências de cada Ministério pondo fim ao conflito e contribuindo garantir ao setor um Ministério da Pesca atuante, com competências de fomento e desenvolvimento das atividades pesqueiras.

Colaboração:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

19 novembro, 2014

Ceará registra chuvas de até 86 milímetros em 42 municípios




Tâmara - Uma planta para o nordeste!?

Foto - Emparn

Foto - Emparn
Rural News - A tamareira Phoenix dactylifera l. é uma palmeira originária do Oriente Médio, de regiões áridas e semi-áridas, que produz a tâmara, fruta apreciada em todo o mundo. No Brasil, devido às condições de cultivo encontradas na região Nordeste, a tamareira é cultivada com bastante sucesso.

A tâmara é uma fruta saborosa, rica em açúcares, e muito utilizada na produção de licores e geléias, além de ser amplamente aplicada na fabricação de xaropes expectorantes. Também pode ser matéria-prima na produção de álcool e vinagre, entre outras utilizações possíveis. 

Existem muitas variedades sendo que, em geral, as tamareiras começam a dar frutos após o segundo ano, quando cultivadas na região Nordeste. Em alguns casos, dependendo da variedade, a produção só começa no quarto ano. A propagação é feita, geralmente, com filhotes que surgem no caule da palmeira. Essas mudas são consideradas muito boas, pois apresentam as mesmas qualidades da palmeira-mãe. Também pode ser propagada com mudas cultivadas à partir de sementes. Essas mudas são produzidas em viveiros e ficam prontas para o transplante em um ano.

No Brasil, na região Nordeste, a tamareira se adaptou tão bem que, em geral, frutifica aos dois anos de idade. Isto representa uma enorme precocidade. Para termos uma idéia, a tamareira, em sua região de origem, frutifica aos oito anos de idade.

Além de apresentar uma grande precocidade no Nordeste brasileiro, as tamareiras também se mostram mais resistentes às pregas e doenças, sofrendo, apenas, com alguns fungos que atacam as folhas mas não chegam a causar prejuízos à produção das frutas.

Em sua composição, encontramos ferro, fósforo, cálcio, proteínas e as vitaminas A, B1, B2 e C. Uma característica marcante na composição da tâmara é o fato de ser rica em potássio. Quando ao natural seu valor energético é de 178 calorias em cada 100g. Quando dessecada, o valor calórico da tâmara é bem maior, chegando a mais de 310 calorias para cada 100g de fruta.

Camarão é nova aposta da Codevasf para geração de renda no sertão pernambucano

Camarão é nova aposta da Codevasf para geração de renda no sertão pernambucanoO camarão é a nova aposta da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para geração de renda por famílias do sertão pernambucano. Em parceria com uma empresa privada de criação do marisco, a etapa inicial do projeto, que é de aclimatação do camarão marinho Litopenaeus vannamei na água doce do Rio São Francisco com utilização de larvas oriundas do Ceará e do Rio Grande do Norte, está prestes a ser concluída.

A atividade vem sendo desenvolvida pelo Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Bebedouro, vinculado à 3ª Superintendência Regional da Codevasf, em Petrolina. De acordo com o engenheiro de pesca Rozzano Figueiredo, chefe do centro, o objetivo é interiorizar a espécie e tornar a atividade uma alternativa de produção aquícola regional com retorno financeiro em curto prazo, além de criar uma fonte extra de geração de emprego e renda na região.

“Testamos algumas densidades e várias salinidades, o que nos possibilitou verificar a viabilidade econômica do cultivo do camarão em águas interiores com resultados bastante animadores. Esta poderá vir a ser uma alternativa de renda bem interessante para quem for desenvolver a produção aqui no Vale do São Francisco”, frisou Rozzano.

Rozzano Figueiredo representou a 3ª Superintendência Regional da Codevasf na 11ª Fenacam (Feira Nacional do Camarão) em Fortaleza. Com temas de grande alcance para o setor produtivo e palestrantes internacionais, a feira marcou pela ampla troca de experiências entre os especialistas dos diversos países. Segundo o engenheiro de pesca, as discussões ajudarão na ampliação do trabalho de produção do camarão nas águas do São Francisco.

“Os palestrantes internacionais trouxeram suas experiências exitosas e dificuldades. Também foi uma grande oportunidade de fazer contatos pessoais e com empresas envolvidas na criação, comercialização e fornecedores de insumos necessários para o desenvolvimento desta atividade em nossa região. Foi uma experiência bastante proveitosa”, avaliou.

Colaboração ao Blog:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

17 novembro, 2014

Tecnologia da Codevasf permitirá retorno do mandi às águas do Baixo São Francisco

RepovoamentoO mandi, uma espécie de peixe nativa da bacia hidrográfica do rio São Francisco que se reproduz por piracema, está prestes a voltar às águas do Baixo São Francisco após quase desaparecer por completo. Uma tecnologia de propagação artificial da espécie está sendo testada no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Itiúba (Ceraqua São Francisco), mantido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Porto Real do Colégio (AL). A tecnologia permitirá a produção do mandi em larga escala e o repovoamento do rio por meio de peixamentos públicos realizados pela Codevasf.

Segundo o engenheiro de pesca da Codevasf Sérgio Marinho, mestre em recursos pesqueiros e aquicultura e responsável pelo trabalho de propagação artificial da espécie no Ceraqua São Francisco, o mandi é uma espécie nativa da bacia hidrográfica do rio São Francisco que necessita migrar rio acima para realizar a desova, comportamento denominado piracema. No entanto, devido à mudança no regime natural do São Francisco com a construção de barragens esse movimento foi interrompido e, consequentemente, houve uma drástica redução da espécie na região do Baixo São Francisco.

“Como não há desova na região do Baixo São Francisco, temos aqui apenas um estoque remanescente que, possivelmente, foi formado a partir de alguns exemplares que conseguiram ultrapassar as barragens”, explica o engenheiro de pesca da Codevasf.

A primeira desova do mandi no Ceraqua São Francisco foi realizada em setembro deste ano e agora os técnicos do centro tecnológico da Codevasf aguardam o desenvolvimento dos peixes para inserção no rio São Francisco. “O objetivo desse trabalho é repovoar o trecho do rio no Baixo São Francisco. Para isso, o próximo passo é ampliar nosso plantel da espécie, que hoje ainda é muito reduzido”, diz Marinho.

Os trabalhos para domínio da tecnologia tiveram início há quatro anos, quando técnicos do Ceraqua São Francisco receberam exemplares do mandi vindos de uma unidade de piscicultura apoiada pela Codevasf no município baiano de Sento Sé. Segundo Marinho, a principal dificuldade encontrada na propagação artificial do mandi está na estrutura anatômica da espécie. “O macho da espécie possui os testículos franjados. Quando se faz a extrusão para retirada do sêmen, o material entra nas franjas, o que inviabiliza sua retirada. Diante disso, há a necessidade de sacrifício do macho para que possa ser realizada a retirada do sêmen e a fecundação dos ovócitos”, explica.

Os demais procedimentos são parecidos com os da propagação artificial do surubim, uma espécie de bagre nativa da bacia hidrográfica do Velho Chico, quase desaparecida na região do Baixo São Francisco e cuja tecnologia para reprodução já é dominada pelos técnicos do Ceraqua São Francisco. 
  
Colaboração ao Blog:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

16 novembro, 2014

Como um ovo é formado?

Revista Galileu - A partir de 18 semanas de vida, a ave já se torna sexualmente madura e começa a liberar ovos, que demoram de 24 a 26 horas para ser produzidos.

O ovário da galinha se assemelha a um cacho de uva repleto de gemas, correspondentes aos óvulos. Após atingir sua maturidade, a gema percorre o ovioduto, que é dividido em cinco partes: infundíbulo, magno, istmo, útero e vagina. Em cada uma dessas estruturas, são adicionados diferentes nutrientes e sais minerais responsáveis por manter a gema no centro do ovo e protegê-la, além de formar a clara, uma reserva nutritiva para o embrião.

A formação da casca acontece no útero, por meio de contínua secreção de cálcio e de uma proteína chamada porfirina, em um processo que, no total, dura cerca de 20 horas. “Os pigmentos da casca são influenciados pela porfirina: galinhas brancas terão ovos brancos e galinhas marrons produzirão ovos acastanhados”, afirma Rafael Bueno, professor de veterinária da Universidade Anhembi Morumbi. Por fim, a galinha conta com um canal de abertura chamado cloaca, responsável pela forma final do ovo. Só no ano passado, 2,7 bilhões de dúzias de ovos de galinha foram produzidos no Brasil para consumo humano.