25 janeiro, 2015

Diferenças entre brisa, vento, furacão e ciclone

Entenda as diferenças existentes entre brisa e vento, furação e ciclone. Os tipos de brisa: marítima e terrestre e as informações sobre esses fenômenos da natureza.
Você sabe a diferença entre um furacão, um tufão e um ciclone? Comumente pensamos que são mesma coisa. É comum que se confundam porque todos se parecem já que todos são relacionados com o vento, mas vão diferir muito na velocidade e nos danos que causam e por isso este aprendizado é importante.

Entenda o que é cada uma:

Ventos
Este é o começo de tudo. O vento, que todo mundo aprende na escola, é o ar em movimento. Este pode ser mais fraco em sua movimentação ou mais forte, mas não vai deixar de ser apenas vento. Como o ar se movimenta sempre não podemos dizer que não há vento, este pode ser mais fraco mas não vai deixar de existir.
O vento é mais importante do que se imagina para o homem. É ele que espalha as sementes e podem assim surgir novas árvores, eles limpam o ar levando o gás carbônico para longe e trazendo oxigênio puro, o que se chama de limpar o ar viciado, e ainda limpam a poluição de um espaço (infelizmente levando para outro).

Brisa
É um vento bem mais fraco que vem em direção do mar para o continente. Este fenômeno acontece nas áreas litorâneas de forma mais perceptível, já que podemos sentir e saber em que direção o vento está indo, se para o mar ou de volta dele.
Existem dois tipos de brisa: marítima e terrestre. Quando a brisa sopra para o mar dizemos que é marítima e quando o inverno do movimento acontece dizemos que ela é terrestre.

Furacão
Um furacão é um dos fenômenos mais interessantes que acontecem na Terra e chama bastante a atenção. Este é uma combinação de chuva e vento que causa um movimento intenso de rotação oceânico que possui ventos que podem chegar a 119 km/h, o que é o mesmo que 74 rpm.
Os furacões são mais comuns e intensos em regiões oceânicas tropicais. Na superfície do oceano formam-se espirais de ar voltadas para dentro do mar em sentido anti-horário. E sempre circulando como um twister.
 
Ciclone
Os ciclones são sistemas de baixa pressão que se desenvolvem nos trópicos no hemisfério sul e andam via mar ou terra com ventos com força de pelo menos 63 km/h em média, sempre girando no sentido horário. Os ventos do ciclone são fortes e geralmente acompanhados por uma tempestade, podendo levar uma casa consigo sem qualquer problema.

Entre eles as diferenças são notórias, se pensamos em fatores como a intensidade, região geográfica de ocorrência possível, e características do fenômeno.

Fontes:
http://www.mariodeandrade.com.br/revistaeletronica/
http://dicascuriosidadesemais.blogspot.com.br/
www.veja.com.br
www.folhape.com.br
www.jc.com.br

Colunas - Tribuna do Norte

Luiz Antônio Felipe, laf@tribunadonorte.com.br

Os meteorologistas do Nordeste e especialistas nacionais de institutos de meteorologia, reunidos em Fortaleza/CE, na Fundação Cearense de Meteorologia, no XVII Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, concluíram a análise climática para o período de fevereiro a abril de 2105. Segundo o prognóstico, “existe uma tendência de que as chuvas para os próximos três meses (fevereiro, março e abril de 2015) apresentem valores abaixo da normalidade, com grande variabilidade temporal e espacial, conforme os seguintes percentuais: 45% abaixo do normal; 35% dentro do normal e apenas 20% acima do normal, com grande variabilidade temporal e espacial.

SEMENTES
Apesar do prognóstico de 45% de chuvas abaixo do normal, o Governo do Estado, o Incra com a Conab no RN, analisam os dados dos meteorologistas para iniciarem um programa de distribuição gratuita de sementes.

Cursos
O curso de Medicina Veterinária, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), abre 20 vagas para residência Multiprofissional em Saúde. Inscrições abertas até sexta-feira, dia 30. As vagas são para várias áreas como Clínica Médica de Pequenos Animais, Anestesiologia Veterinária e Clínica Médica e Cirurgia de Grandes Animais, e Diagnóstico por Imagem. Inscrições presencialmente no Hospital Veterinário da Ufersa, ou via Sedex.

NOMEAÇÕES
Publicado no Diário Oficial a nomeação do criador Camilo Collier Neto para o cargo de diretor geral do Instituto de Defesa Agropecuária (Idiarn). No Ministério da Agricultura e Pecuária, foi nomeada a nova secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa), Tatiana Lipovetskaia Palermo. Na sexta-feira (16), Mila Jaber, assumiu a Secretaria Executiva.

A Emparn apresentou ao Secretário de Agricultura e Pecuária, Aroldo Abuana, o programa de produção de ave caipira e o Projeto do MDA, que contemplará 20 pequenos criadores em todo o estado com construção de 20 Unidades de criação da ave caipira. O projeto, desenvolvido na Emparn Caicó, é pioneiro oferecendo como alternativa de renda para o agricultor, principalmente nas regiões onde o se exige diversificação de produção, para o convívio com as secas.
CURSOS (I)
Agricultores e agricultoras familiares, jovens, povos e comunidades tradicionais, assalariados e assentados da reforma agrária já podem fazer a pré-matrícula para os cursos do Pronatec Campo, apoiado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). São 34.934 vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2015. Os interessados devem procurar as delegacias do MDA para se informar sobre os cursos ofertados em seu estado, verificar disponibilidade de vaga e efetuar a pré-matrícula.

CURSOS (II)
Os alunos poderão confirmar a matrícula no Pronatec Campo, a partir do mês de março, nas unidades de ensino. Dos 116 cursos de educação profissional e tecnológica, os que recebem mais demanda são: agricultor familiar, horticultor e agricultor orgânico, agente de desenvolvimento cooperativista, bovinocultor de leite, avicultor, fruticultor, auxiliar de agropecuária, piscicultor e preparador de doces e conservas.

SEMENTES
Até fevereiro de 2016, serão construídos 600 bancos comunitários de sementes crioulas no Semiárido, sendo 26 no RN, beneficiando pelo menos 12 mil famílias de agricultores que fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo. Na ação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome investirá quase R$ 21 milhões.

24 janeiro, 2015

Galinhas paralisadas


 

Problema pode ter causa na falta de vitaminas e cálcio (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)

De tempos em tempos, não conseguem mais andar algumas das galinhas da criação que tenho no fundo do meu quintal. Será uma doença? Como curá-las?Pedro SpíndolaSão Paulo (SP)

A impossibilidade de as galinhas andarem pode ter diferentes causas, as quais são mais fáceis de ser distinguidas quando as informações são mais abrangentes. Falta de vitaminas e cálcio, por exemplo, pode provocar muita fraqueza nas aves, impedindo de elas andarem. De outro lado, excesso de gordura também gera problemas nas articulações das galinhas que estão acima do peso. Se o piso dos viveiros for de cimento, de terra batida e muito seca ou de pedras tipo brita, tanto as articulações quanto a planta dos pés das aves acabam sendo prejudicadas. Forrar o viveiro com papelão também não é recomendado, pois o material favorece escorregões da criação danificando as articulações e provocando deslocamento de órgãos ou ossos.

Consultora: Maria Virgínia F. da Silva, membro da Associação Brasileira dos Criadores de Aves de Raças Puras (ABC Aves); endereço para correspondência: Rua Ferrucio Dupré, 68, CEP 04776-180, São Paulo, SP, tel. (11) 5667-3495, abcaves.com.br

23 janeiro, 2015

Pré-candidato a prefeito de Patu será nomeado para cargo de diretor da EMPARN


 


 
 Blog do Robson Pires Caicó - Tiago Queiroga, pré-candidato a prefeito de Patu nas eleições de 2016, será nomeado para a diretoria financeira da EMPARN no Rio Grande do Norte.

Indicação pessoal do governador Robinson Faria.

A nomeação deverá ser publicada nas próximas horas no Diário Oficial do Estado.


O cenário da tecnologia e da inovação na agropecuária brasileira

Portal do Agronegócio - Fala-se muito que o Brasil tem progredido pouco na área de ciência, tecnologia e inovação. Realmente, o progresso é pequeno na maioria dos setores da economia e não existe uma cultura de investimento em pesquisa nas indústrias. Empresas inovam pouco, fazendo com que percamos competitividade perante nossos concorrentes. Mas será que isso ocorre também com a locomotiva da economia brasileira? Será que a agropecuária inova pouco no país?

O Brasil do “Jeca Tatu” vai aos poucos ficando no imaginário dos nostálgicos, enquanto os números positivos da agropecuária invadem o noticiário constantemente: recordes de produções; e um setor pujante desfila orgulhosamente na Marquês de Sapucaí. Cidades inteiras brotam nos sertões do Brasil Central com IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) europeus. A agropecuária mantém positiva a balança comercial, os alimentos baratos e a segurança energética do país, e é a principal responsável pela estabilidade da economia e a financiadora das políticas sociais.

Evidentemente, há condições extremamente favoráveis para a produção, como a abundância de água e luz. Mas de nada valeriam esses recursos se não houvesse um forte caráter inovador na agricultura brasileira. Foi o empreendedorismo do produtor, apoiado pela rede de geração de tecnologias tropicais capitaneada pela Embrapa, que colocou a agricultura do nosso país nos patamares que hoje experimentamos. Solos ácidos corrigidos, materiais genéticos adaptados e grande aparato tecnológico em máquinas, equipamentos e produtos tornaram áreas consideradas de baixo potencial em verdadeiros oásis de produção. Avançou-se na biotecnologia e incorporaram-se tecnologias de gestão e de informação, enquanto o plantio direto eliminou a erosão e abriu caminho para sistemas produtivos integrados.

Inovadores modelos de agricultura de precisão racionalizam o uso dos recursos. O entendimento sobre os processos biológicos incorpora aos sistemas de produção estratégias de controle biológico de pragas, fixação biológica de nitrogênio, bioativadores, fertilizantes organominerais. Enfim, crescimento em produtividade, com sustentabilidade e qualidade nos alimentos produzidos.

O agricultor brasileiro é um inovador. Aprendeu que a incorporação constante de tecnologias ao seu negócio é uma questão de sobrevivência. Em um ambiente altamente competitivo, a empresa rural sabe que somente inovando terá sucesso em remunerar seu capital imobilizado e condições de manter custos baixos e boa rentabilidade.

Mesmo com tantos avanços, ainda há muito espaço para evoluir. A adoção de tecnologias e a cultura da inovação não estão distribuídas uniformemente entre os produtores. Trazer essa discussão à tona e criar um canal de debate e troca de experiências constituem importantes estratégias para uma agropecuária cada vez mais inovadora, competitiva e sustentável.

Renato Roscoe é pesquisador na Fundação MS, em Mato Grosso do Sul, onde desenvolve trabalhos em agroenergia, fertilidade do solo e gestão de pesquisa e desenvolvimento. Mestre em Agronomia com ênfase em Solos e Nutrição de Plantas pela Universidade Federal de Lavras e doutor em Ciências Ambientais pela Universidade de Wageningen, na Holanda, Roscoe atuou como pesquisador da Embrapa de 2001 a 2007.

22 janeiro, 2015

Como plantar coco

como_plantar_coco (Foto: Thinkstock)Revista Globo Rural - A imagem de coqueiros balançando ao vento é quase um sinônimo de litoral nordestino. Não por acaso, é nessa região de clima escaldante durante quase o ano todo que se encontra a maior parte das plantações do Brasil. Nos últimos anos, no entanto, vem ocorrendo um deslocamento das áreas tradicionais de cultivo para outras partes do país. Produtores do Sudeste e Centro-Oeste estão explorando a cultura do coqueiro-anão irrigado, para a produção de água de coco.

No mundo, os coqueiros são cultivados em sua maioria por pequenos agricultores da Ásia, África, América Latina e Pacífico. O coqueiro-gigante, que atinge 18 metros de altura, está no Brasil desde o século 16, enquanto o anão, que bate nos dez metros de altura, chegou por aqui nos anos 20 do século passado.

Além da sombra, a árvore oferece uma fruta bastante apreciada e com diferentes finalidades. Do coco aproveita-se a água, que é bastante saudável pela riqueza de sais minerais. Já sua polpa é utilizada pela indústria para a fabricação de leite de coco e de coco ralado, ingrediente para a elaboração de chocolates, biscoitos, iogurtes e sorvetes, entre outros alimentos. A fibra extraída da casca é usada em estofamentos de veículos, enchimento de colchões, tapeçaria e na confecção de pincéis.

Apesar do leque de opções, a decisão do agricultor para começar a atividade deve levar em conta a demanda do mercado. Como a produção ocorre, pelo menos, depois de três anos, é importante avaliar se as características locais são ideais para o desenvolvimento do fruto.

VARIEDADES
Entre as muitas variedades de coco existentes no mercado brasileiro, as que mais sobressaem são a gigante e a anão. Dos plantios de coqueiros no país, aproximadamente 70% são da cultivar gigante e 20% da anão. O restante é composto de híbridos originados de cruzamentos. O anão ainda possui três tipos: verde, vermelho e amarelo, mas apenas o verde é explorado para a produção de água.

MÃOS À OBRA
• Antes de iniciar o plantio, observe as condições de clima, solo e a qualidade da muda. Os coqueirais se desenvolvem bem em lugares com temperaturas elevadas. O ideal é por volta de uma média anual de 27 graus.
• Áreas com boa distribuição de chuvas - precipitação anual de 1,5 mil milímetros - são as mais indicadas. Uma dica é começar a lavoura de coqueiros no início da estação das chuvas. Caso contrário, utilize um sistema de irrigação.
• Entre as variedades, o coqueiro-gigante é o mais rústico, florescendo entre seis e oito anos após o plantio. O longo tempo para começar a atividade é compensado pela produção de 40 a 60 frutos por planta ao ano. Sob condições favoráveis, o período de produção econômica é de 60 anos.
• Já o anão, mais exigente em água e nutrientes, se desenvolve mais cedo, depois de quatro anos do cultivo. Possui frutos pequenos e tem menor vida útil, ou 40 anos de produção. Mas é mais produtivo: 150 a 200 frutos por planta ao ano.
• Em terrenos pequenos, a indicação é cultivar o coqueiro híbrido - mistura das duas variedades -, que produz de 100 a 120 frutos. Em uma área de um hectare, dá para plantar 100 árvores, em espaçamentos de 10 x 10 metros.
• Trinta dias antes do cultivo, abra covas de 60 x 60 x 60 a 80 x 80 x 80 centímetros para preencher com terra três quilos de adubo orgânico e 800 gramas de superfosfato simples. Fixe a muda no solo sem enterrar o caule. Depois de um mês, com 300 gramas de uréia e 200 gramas de cloreto de potássio, incorpore o adubo ao solo.

DADOS GERAIS
• Família: pertence à espécie Cocos nucifera L., com destaque às variedades typica (gigante) e nana (anão).
• Plantio: início do período das chuvas em áreas não irrigadas.
• Solo: leves, bem drenados, bom suprimento de água.
• Clima: quente, média de 27 graus e não abaixo de 15 graus.
• Culinária: receitas nordestinas como moquecas, vatapá, cocadas, cuscuz de tapioca, e mingaus, bolos, doces e sorvetes.
• Uso medicinal: a água é rica em potássio e sais minerais, e substitui o soro fisiológico em casos de desidratação.
• Colheita: seis meses após a inflorescência, quando a finalidade for obtenção de água, e 12 meses para coco seco.
• Área: 100 plantas por hectare.
• Investimento: com um real a muda e adubação, estima-se mil reais para iniciar a cultura.
• Onde comprar: Embrapa - Rod. BR-122, km 50, C.P. 516, Petrolina, PE, tel. (85) 3862-2845; Univale, Souza, PB, tel. (83) 3522-3057; Ascondir - Ass. Concessionários do Distrito Irrigado, Platô de Neópolis, SE, tel. (79) 3322-2075

INVESTIMENTO
• A plantação de coqueiros pode ser realizada com mão-de-obra familiar, o que ajuda a reduzir parte dos custos.
• Em um hectare, com 100 plantas sem irrigação, os gastos estimados no primeiro ano de preparo de área, plantio e manutenção aproximam-se de 1.000 reais. Esse valor inclui o preço da muda, que sai por volta de um real, e gastos com adubação e tratos culturais.
• À Medida que o coqueiro cresce, a planta passa a exigir mais adubos, mas a partir do terceiro ano de plantação inicia o retorno dos investimentos.

Consultor: Humberto Rollemberg Fontes, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Av. Beira Mar, 3250, CEP 49025-040, tel. (79) 4009-1344, sac@cpatc.embrapa.br

21 janeiro, 2015

Emparn discute com o Secretário Estadual de Agricultura o seu Projeto de Ave Caipira

Nessa terça-feira dia 20 de janeiro, a Emparn, representada pelos Diretores de Pesquisa, Dr José Simplício e Dr Alexandre Wanderley, além do pesquisador Dr Newton Auto de Sousa e José Augusto Filho, Gerente Caicó, apresentou ao Secretário de Agricultura, Dr Aroldo Abuana, o programa de produção de ave caipira, bem como o grande Projeto do MDA, que contemplará 20 pequenos criadores em todo o estado com construção de 20 Unidades de criação da ave caipira.  

Também estiveram presentes, o novo presidente da Emater, e representante da Seara e Sape

É importante que os novos gestores do estado do Rio Grande do Norte conheçam a iniciativa da Emparn Caicó na produção de ave caipira, o seu pioneirismo, e a sua importância como alternativa de renda para o agricultor, principalmente aqueles localizados nas regiões onde o se exige diversificação de produção, para o convívio com as secas. 

20 janeiro, 2015

Previsão de chuvas para o Semiárido do NE é de 45% abaixo do normal

Os meteorologistas do Nordeste e outros especialistas nacionais de institutos de meteorologia, reunidos ontem e hoje em Fortaleza/CE, na Fundação Cearense de Meteorologia, no XVII Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, concluíram a análise climática para o período de fevereiro a abril de 2015. Segundo o prognóstico, “existe uma tendência de que as chuvas para os próximos três meses (fevereiro, março e abril de 2015) apresentem valores abaixo da normalidade, com grande variabilidade temporal e espacial, conforme os seguintes percentuais: 45% abaixo do normal; 35% dentro do normal e apenas 20% acima do normal.

Os meteorologistas do Nordeste e outros especialistas nacionais de institutos de meteorologia, reunidos ontem e hoje em Fortaleza/CE, na Fundação Cearense de Meteorologia, no XVII Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, concluíram a análise climática para o período de fevereiro a abril de 2015. Segundo o prognóstico, “existe uma tendência de que as chuvas para os próximos três meses (fevereiro, março e abril de 2015) apresentem valores abaixo da normalidade, com grande variabilidade temporal e espacial, conforme os seguintes percentuais: 45% abaixo do normal; 35% dentro do normal e apenas 20% acima do normal.

Nesse encontro estiveram presentes, além dos pesquisadores e técnicos da FUNCEME que conduziram a reunião, representantes dos centros estaduais de meteorologia do Nordeste, CPTEC/INPE, EMPARN, APAC, INEMA, UFCG, UECE, Petrobras e pesquisadores do UK MetOffice (via Skype). Segundo os meteorologistas, na análise dos resultados dos modelos oceânicos, que simulam o comportamento da temperatura da superfície dos oceanos para os próximos meses, mostra uma tendência de diminuição do Fenômeno El Niño no Pacífico e um quadro de normalidade para o oceano Atlântico. Essa simulação foi utilizada para estimar o comportamento das chuvas para os próximos meses, dando como resultado uma condição de chuva abaixo da média histórica para o período.

Assim, com as análises dos parâmetros climáticos globais referentes ao mês de dezembro de 2014 e os resultados dos principais modelos oceânicos/atmosféricos (CPTEC/INPE, FUNCEME, IRI, UK MetOffice) e estatístico (INMET), existe uma tendência de que as chuvas para os próximos três meses (fevereiro, março e abril de 2015) apresentem valores abaixo da normalidade, com grande variabilidade temporal e espacial.

No primeiro momento do encontro, os Estados apresentaram as condições pluviométricas referentes ao mês de dezembro e início de janeiro de 2015, destacando os baixos índices de chuvas ocorridos nos Estados do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia. Para a primeira quinzena de janeiro as chuvas também foram de pequena intensidade e localizadas mesmo com a atuação de vários Vórtices Ciclônicos em Ar Superior (Sistema Meteorológico Transiente que atua sobre a região durante o verão).

Com relação à condição hídrica do Rio Grande do Norte, prevalece uma alta deficiência no armazenamento de água nos principais reservatórios do seu semiárido, com algumas regiões em situação próximo ao colapso total no abastecimento, caso das Microrregiões do Seridó Ocidental e Oriental, Borborema Potiguar e o Alto Oeste. Os maiores reservatórios do Estado (Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, Santa Cruz e Umari) apresentam uma situação volumétrica que varia de 30 a 45% dos seus volumes máximos.

Em seguida, foram apresentados os parâmetros atmosféricos que influenciam diretamente na ocorrência de chuvas na região, com destaque à condição de temperatura das águas superficiais dos oceanos Atlântico e Pacífico. Essa variável, pelo lado do Oceano Atlântico apresentou durante o mês de dezembro passado uma condição ainda desfavorável, uma vez que na bacia tropical sul as águas superficiais apresentaram anomalias negativas, isto é, águas mais frias do que o normal, enquanto que na bacia tropical norte deste oceano as águas estiveram um pouco mais aquecidas do que o normal, comportamento esse desfavorável para o deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (Principal Sistema Meteorológico causador das chuvas no Nordeste Brasileiro no período de fevereiro a maio), para posições mais próximas do Nordeste.

Outro comportamento não favorável a ocorrência de chuvas de modo satisfatório na região nordeste para os próximos meses foi a condição térmica apresentada pelas águas superficiais do Oceano Pacífico que, mesmo apresentado uma redução na anomalia ainda estiveram mais quentes do que o normal.

O relatório completo se encontra disponível no site da EMPARN (www.emparn.rn.gov.br)

EMPARN - Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação
- Assessoria de Comunicação -
www.emparn.rn.gov.br
(84) 3232-5871

19 janeiro, 2015

Projeto inova ao utilizar lenha ecológica no RN


O projeto Caatinga Viva, criado para recuperar o único bioma exclusivamente brasileiro, a Caatinga, na região do Baixo Açu, no Rio Grande do Norte, foi um dos responsáveis pela construção de uma biofábrica de lenha ecológica, no campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), criando uma nova fonte energética para a região.

O projeto possibilitou, ainda, o reflorestamento de 600 mil metros quadrados, o plantio de 30 mil mudas de espécies nativas, promoveu a educação ambiental de 10 mil alunos da rede pública de nove municípios, a formação de 300 multiplicadores e a adoção do reúso de água.

“A biofábrica tem capacidade de produzir 1,5 tonelada por hora e 15 toneladas por dia de briquetes, similares a toras, feitos com palha de carnaúba, resíduos da poda urbana municipal ou capim-elefante prensados e secos. Esses briquetes são fornecidos a residências e indústrias locais, em substituição a 30% da biomassa oriunda da lenha na área de atuação do projeto”, explica o coordenador do projeto, Auricélio Costa. A iniciativa vai evitar a derrubada da vegetação nativa da Caatinga e contribuir para preservar o bioma.

A confecção dos briquetes também gera emprego e renda para a população local na produção em série na biofábrica, na coleta de material para a fabricação dos briquetes, no transporte desse material para a biofábrica e também no transporte do produto pronto da biofábrica para os destinos finais.

fonte:http://caicodigital.blogspot.com.br/2015/01/projeto-inova-ao-utilizar-lenha.html
 
Colaboração ao Blog:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal - UFERSA

Boletim pluviométrico

Per.: das 7:00hs de 16/01/2015 as 7:00hs de 19/01/2015

 No. Postos Existentes:   197               No. Postos sem Contato:   71
 No. de Postos com Chuva:  32               No. de Postos sem Chuva:  94

MESORREGIAO OESTE POTIGUAR  
Severiano Melo(Prefeitura)                               12,0
Martins(Particular)                                      11,0
Mossoro(Prefeitura)                                       7,1
Major Sales(Prefeitura)                                   6,0
Dr. Severiano(Emater)                                     4,6
Francisco Dantas(Emater)                                  2,0

MESORREGIAO AGRESTE POTIGUAR
Lagoa De Pedras(Prefeitura)                              34,6
Nova Cruz(Emater)                                        26,0
Jundia(Emater)                                           10,9
Boa Saude(Emater)                                        10,4
Monte Alegre(Emater)                                      8,0
Joao Camara(Centro Saude)                                 7,3
Vera Cruz(Emater)                                         6,7
Sao Paulo Do Potengi(Emater)                              6,5
Varzea(Prefeitura)                                        6,0
Passa E Fica(Prefeitura)                                  4,6
Parazinho(Emater - Ex-particular)                         3,7
Ielmo Marinho(Prefeitura)                                 2,4

MESORREGIAO LESTE POTIGUAR
Parnamirim(Base Fisica Da Emparn)                        33,5
Sao Goncalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn)           27,8
Parnamirim(Emater)                                       25,2
Goianinha(Emater)                                        16,6
Montanhas(Prefeitura)                                    16,0
Espirito Santo(Prefeitura)                               13,5
Natal                                                    13,2
Senador Georgino Avelino(Particular)                      8,0
Nisia Floresta(Particular)                                6,9
Canguaretama(Base Fisica Da Emparn)                       6,6
Extremoz(Emater)                                          5,3
Pedra Grande(Emater)                                      3,0
Baia Formosa(Destilaria Vale Verde)                       2,5
Canguaretama(Emater/barra De Cunhau)                      2,5

Gerência de Meteorologia

Mais alunos do Pronatec visitam a Emparn

Nesta segunda, mais duas turmas do Curso de Avicultura estão na Emparn. Desta feita está sendo a vez dos municípios de Currais Novos e Cerro Corá.


Pela Emparn, ministra a palestra, o Pesquisador Newton Auto de Sousa.


 



18 janeiro, 2015

Solenidade de encerramento de Cursos do Pronatec no STR

Aconteceu neste sábado dia 17 de janeiro, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caicó,  a solenidade de encerramento de Cursos dados pelo Pronatec/Senar a agricultores de várias localidades do município.

A Emparn, como cooparticipante esteve presente, reforçando o nosso compromisso em repassar algum conhecimento útil ao agricultor na sua luta diário pela convivência no campo. 

A Presidente do STR, Ana Aline, disse estar muito realizada em poder estar fazendo a sua parte nesse processo.

Seguir fotos do evento:
 
 


17 janeiro, 2015

Mais de nove milhões de alevinos foram produzidos pela Codevasf em 2014


Centros Integrados 

O rio São Francisco está para peixe. Ao longo de 2014, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) produziu mais de nove milhões de alevinos nos Centros Integrados de Recursos Pesqueiros e Aquicultura da empresa. Um total de 81 municípios nos estados de Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Sergipe foram beneficiados.

Esses alevinos são usados para recuperar os recursos pesqueiros do Velho Chico e seus afluentes, por meio de peixamentos e para a inclusão produtiva de pequenos produtores, incentivando à aquicultura. Além de promover a recuperação da ictiofauna, essas ações proporcionam alternativas de trabalho e renda. Os alevinos também são usados na realização de estudos e pesquisas aplicadas voltadas para desenvolver a aquicultura na área de abrangência da empresa e pesquisas para a reprodução de espécies nativas.

Dos mais de nove milhões de alevinos produzidos no ano passado, a maior parte – cerca de 6,5 milhões – foi voltada para as ações de inclusão produtiva. O restante da produção foi direcionada para as ações de peixamentos realizadas pela Codevasf – em torno de 2,9 milhões.

Sobre os peixamentos, o chefe da Unidade de Recursos Pesqueiros e Aquicultura da Codevasf, Leonardo Sampaio, explica que a ação é de grande importância não apenas para revitalização do rio, como também para sustentabilidade da atividade pesqueira, com aumento da abundância dos peixes e diminuição da pressão do esforço de pesca sobre algumas espécies mais visadas. “Além disso, possibilita a recuperação de algumas espécies que estejam correndo risco de extinção. Os peixamentos também são importantíssimos como forma de divulgar conceitos de educação ambiental, pois envolvem toda a comunidade, sendo uma importante ferramenta de conscientização”, afirma Sampaio.
 
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Fonte: http://www.codevasf.gov.br/noticias/2015/mais-de-nove-milhoes-de-alevinos-foram-produzidos-pela-codevasf-em-2014

Colaboração ao Blog: Rafson Varela

O calor bate recorde no mundo

Berlim (DW) - O ano de 2014 foi o mais quente desde o início dos registros meteorológicos, em 1880, afirmaram ontem a agência espacial americana, Nasa, e a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), que realizaram medições separadas. É a terceira vez em apenas uma década que o recorde é quebrado. Na totalidade do ano, a temperatura média no solo e nos oceanos foi 0,69 grau Celsius acima da registrada no século 20, ultrapassando os recordes anteriores de 2005 e 2010, de apenas mais 0,04 grau Celsius, considerando os cálculos da NOAA.

Temperatura alta provocou secas e problemas de abastecimento em várias partes do mundo
Segundo a NOAA, a temperatura global média foi de 14,6 graus Celsius. Já a Nasa afirmou que a média de temperatura de 2014 foi de 14,7 graus Celsius. “A temperatura global média sobre as superfícies terrestres e oceânicas de 2014 foi a maior de todos os anos, desde o início dos registros em 1880”, diz o relatório.

Em 2014, a temperatura global média na superfície da Terra situou-se 1 grau Celsius acima da média do século 20, ou seja, a quarta mais elevada desde 1880. Já a temperatura nos oceanos foi 0,57 grau Celsius superior à média dos 134 anos anteriores, batendo os recordes de 1998 e 2003, de 0,05 grau Celsius, afirmou a agência.

Nove entre os dez anos mais quentes já registrados pela NOAA ocorreram depois de 2000 – a única exceção é 1998. Além disso, a NOAA afirmou que 2014 teve o mês de dezembro mais quente já registrado, com temperaturas 0,77 grau Celsius acima da média do século 20. A última vez que o planeta registrou um recorde mensal inferior foi em dezembro de 1916. Partes do mundo que viram o calor aumentar incluem a Rússia, o Alasca ocidental, o oeste dos Estados Unidos, parte do interior da América do Sul, parte do leste e do oeste do litoral da Austrália, o norte da África e grande parte da Europa.

“Embora o ranking individual de anos possa ser afetado por padrões climáticos caóticos, as tendências de longo prazo são atribuíveis às mudanças climática, que neste momento são dominadas pelas emissões humanas de gases do efeito estufa”, explicou o diretor do Instituto Goddard da Nasa, Gavin Schmidt.

16 janeiro, 2015

Sementes de sorgo da Emparn serão distribuídas para agricultores

Sementes do Sorgo Ponta Negra da EMPARN serão distribuídas pelo programa do Governo do Estado do Rio Grande do Norte para plantio em 2015 pelos pequenos agricultores potiguares. 

Serão 105 toneladas de sementes de sorgo a serem fornecidas pela EMPARN. A distribuição das sementes começará nos próximos dias pela cidade de Pau dos Ferros para os agricultores da região da Tromba do Elefante. 

Depois ocorrerá a distribuição em Caicó e Santa Cruz. Com isto a expectativa do governo é tornar disponíveis sementes de ótima qualidade genética antes que as chuvas na região semiárida do Estado se iniciem. 

Além das sementes de sorgo, o governo, por intermédio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, e com o apoio operacional da EMATER/RN, também distribuirá sementes de milho e feijão.