21 novembro, 2014

Emparn faz o seu grande Leilão da fazenda Rock Feller neste sábado dia 22 de novembro

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
- See more at: http://www.emparn.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=45789&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=MAT%C9RIA#sthash.y5fd476U.dpuf
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
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A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
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A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) vai realizar no sábado, dia 22 próximo, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante, o seu tradicional leilão anual de animais do seu plantel de reconhecida qualidade genética.  O leilão começa às 9 horas, com a possibilidade dos ganhadores pagarem em duas parcelas (1+1).
Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças (Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços) e muares. É importante destacar que os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote.
De acordo com o Aviso de Leilão publicado no Diário Oficial do Estado, o pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias. Em caso de pagamento à vista o arrematante terá o benefício de 5% de desconto. No dia do leilão estará presente uma unidade do IDIARN para a emissão dos Guias de Trânsito Animal (GTA).
O Edital e outras informações estão disponíveis na sede da EMPARN, na Base Física do Jiqui, à avenida Eliza Branco Pereira dos Santos s/n, Parque das Nações, em Parnamirim.
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Audiência definirá o futuro da pesca no Brasil‏

Pescadores, trabalhadores da pesca e empresários do segmento receberam apoio integral do Senado Federal, na manhã desta quinta-feira, em Brasília, durante a audiência pública na Comissão de Agricultura da casa legislativa, para a instituição da autonomia ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MMA) na gestão da pesca brasileira. Na avaliação do setor, somente com o fim do compartilhamento entre os Ministérios de Meio Ambiente (MMA) e da Pesca, que é vigente hoje, será possível desenvolver o setor dando ao MMA caráter fomentador.

“O país precisa crescer. A pesca precisa crescer. E precisa de gestão. No formato atual é impossível. Vamos evoluir. Saio satisfeito e com esperanças desta reunião”, declarou Abraão Lincoln, potiguar que preside a Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA) e lidera o movimento em Brasília.

O senador Benedito Lira (PP), presidente da Comissão de Agricultura, agendará reunião para a próxima semana com o ministro da Casa Civil, Aluísio Mercadante, de quem será cobrada solução imediata. O plano B, caso o Governo não tome a decisão política de resolver o impasse, será uma iniciativa legislativa de urgência que determine as competências de cada Ministério pondo fim ao conflito e contribuindo garantir ao setor um Ministério da Pesca atuante, com competências de fomento e desenvolvimento das atividades pesqueiras.

Colaboração:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

19 novembro, 2014

Ceará registra chuvas de até 86 milímetros em 42 municípios




Tâmara - Uma planta para o nordeste!?

Foto - Emparn

Foto - Emparn
Rural News - A tamareira Phoenix dactylifera l. é uma palmeira originária do Oriente Médio, de regiões áridas e semi-áridas, que produz a tâmara, fruta apreciada em todo o mundo. No Brasil, devido às condições de cultivo encontradas na região Nordeste, a tamareira é cultivada com bastante sucesso.

A tâmara é uma fruta saborosa, rica em açúcares, e muito utilizada na produção de licores e geléias, além de ser amplamente aplicada na fabricação de xaropes expectorantes. Também pode ser matéria-prima na produção de álcool e vinagre, entre outras utilizações possíveis. 

Existem muitas variedades sendo que, em geral, as tamareiras começam a dar frutos após o segundo ano, quando cultivadas na região Nordeste. Em alguns casos, dependendo da variedade, a produção só começa no quarto ano. A propagação é feita, geralmente, com filhotes que surgem no caule da palmeira. Essas mudas são consideradas muito boas, pois apresentam as mesmas qualidades da palmeira-mãe. Também pode ser propagada com mudas cultivadas à partir de sementes. Essas mudas são produzidas em viveiros e ficam prontas para o transplante em um ano.

No Brasil, na região Nordeste, a tamareira se adaptou tão bem que, em geral, frutifica aos dois anos de idade. Isto representa uma enorme precocidade. Para termos uma idéia, a tamareira, em sua região de origem, frutifica aos oito anos de idade.

Além de apresentar uma grande precocidade no Nordeste brasileiro, as tamareiras também se mostram mais resistentes às pregas e doenças, sofrendo, apenas, com alguns fungos que atacam as folhas mas não chegam a causar prejuízos à produção das frutas.

Em sua composição, encontramos ferro, fósforo, cálcio, proteínas e as vitaminas A, B1, B2 e C. Uma característica marcante na composição da tâmara é o fato de ser rica em potássio. Quando ao natural seu valor energético é de 178 calorias em cada 100g. Quando dessecada, o valor calórico da tâmara é bem maior, chegando a mais de 310 calorias para cada 100g de fruta.

Camarão é nova aposta da Codevasf para geração de renda no sertão pernambucano

Camarão é nova aposta da Codevasf para geração de renda no sertão pernambucanoO camarão é a nova aposta da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para geração de renda por famílias do sertão pernambucano. Em parceria com uma empresa privada de criação do marisco, a etapa inicial do projeto, que é de aclimatação do camarão marinho Litopenaeus vannamei na água doce do Rio São Francisco com utilização de larvas oriundas do Ceará e do Rio Grande do Norte, está prestes a ser concluída.

A atividade vem sendo desenvolvida pelo Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Bebedouro, vinculado à 3ª Superintendência Regional da Codevasf, em Petrolina. De acordo com o engenheiro de pesca Rozzano Figueiredo, chefe do centro, o objetivo é interiorizar a espécie e tornar a atividade uma alternativa de produção aquícola regional com retorno financeiro em curto prazo, além de criar uma fonte extra de geração de emprego e renda na região.

“Testamos algumas densidades e várias salinidades, o que nos possibilitou verificar a viabilidade econômica do cultivo do camarão em águas interiores com resultados bastante animadores. Esta poderá vir a ser uma alternativa de renda bem interessante para quem for desenvolver a produção aqui no Vale do São Francisco”, frisou Rozzano.

Rozzano Figueiredo representou a 3ª Superintendência Regional da Codevasf na 11ª Fenacam (Feira Nacional do Camarão) em Fortaleza. Com temas de grande alcance para o setor produtivo e palestrantes internacionais, a feira marcou pela ampla troca de experiências entre os especialistas dos diversos países. Segundo o engenheiro de pesca, as discussões ajudarão na ampliação do trabalho de produção do camarão nas águas do São Francisco.

“Os palestrantes internacionais trouxeram suas experiências exitosas e dificuldades. Também foi uma grande oportunidade de fazer contatos pessoais e com empresas envolvidas na criação, comercialização e fornecedores de insumos necessários para o desenvolvimento desta atividade em nossa região. Foi uma experiência bastante proveitosa”, avaliou.

Colaboração ao Blog:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

17 novembro, 2014

Tecnologia da Codevasf permitirá retorno do mandi às águas do Baixo São Francisco

RepovoamentoO mandi, uma espécie de peixe nativa da bacia hidrográfica do rio São Francisco que se reproduz por piracema, está prestes a voltar às águas do Baixo São Francisco após quase desaparecer por completo. Uma tecnologia de propagação artificial da espécie está sendo testada no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Itiúba (Ceraqua São Francisco), mantido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Porto Real do Colégio (AL). A tecnologia permitirá a produção do mandi em larga escala e o repovoamento do rio por meio de peixamentos públicos realizados pela Codevasf.

Segundo o engenheiro de pesca da Codevasf Sérgio Marinho, mestre em recursos pesqueiros e aquicultura e responsável pelo trabalho de propagação artificial da espécie no Ceraqua São Francisco, o mandi é uma espécie nativa da bacia hidrográfica do rio São Francisco que necessita migrar rio acima para realizar a desova, comportamento denominado piracema. No entanto, devido à mudança no regime natural do São Francisco com a construção de barragens esse movimento foi interrompido e, consequentemente, houve uma drástica redução da espécie na região do Baixo São Francisco.

“Como não há desova na região do Baixo São Francisco, temos aqui apenas um estoque remanescente que, possivelmente, foi formado a partir de alguns exemplares que conseguiram ultrapassar as barragens”, explica o engenheiro de pesca da Codevasf.

A primeira desova do mandi no Ceraqua São Francisco foi realizada em setembro deste ano e agora os técnicos do centro tecnológico da Codevasf aguardam o desenvolvimento dos peixes para inserção no rio São Francisco. “O objetivo desse trabalho é repovoar o trecho do rio no Baixo São Francisco. Para isso, o próximo passo é ampliar nosso plantel da espécie, que hoje ainda é muito reduzido”, diz Marinho.

Os trabalhos para domínio da tecnologia tiveram início há quatro anos, quando técnicos do Ceraqua São Francisco receberam exemplares do mandi vindos de uma unidade de piscicultura apoiada pela Codevasf no município baiano de Sento Sé. Segundo Marinho, a principal dificuldade encontrada na propagação artificial do mandi está na estrutura anatômica da espécie. “O macho da espécie possui os testículos franjados. Quando se faz a extrusão para retirada do sêmen, o material entra nas franjas, o que inviabiliza sua retirada. Diante disso, há a necessidade de sacrifício do macho para que possa ser realizada a retirada do sêmen e a fecundação dos ovócitos”, explica.

Os demais procedimentos são parecidos com os da propagação artificial do surubim, uma espécie de bagre nativa da bacia hidrográfica do Velho Chico, quase desaparecida na região do Baixo São Francisco e cuja tecnologia para reprodução já é dominada pelos técnicos do Ceraqua São Francisco. 
  
Colaboração ao Blog:
Rafson Varela dos Santos
Bacharel em Aquicultura
Mestre em Ciência Animal

16 novembro, 2014

Como um ovo é formado?

Revista Galileu - A partir de 18 semanas de vida, a ave já se torna sexualmente madura e começa a liberar ovos, que demoram de 24 a 26 horas para ser produzidos.

O ovário da galinha se assemelha a um cacho de uva repleto de gemas, correspondentes aos óvulos. Após atingir sua maturidade, a gema percorre o ovioduto, que é dividido em cinco partes: infundíbulo, magno, istmo, útero e vagina. Em cada uma dessas estruturas, são adicionados diferentes nutrientes e sais minerais responsáveis por manter a gema no centro do ovo e protegê-la, além de formar a clara, uma reserva nutritiva para o embrião.

A formação da casca acontece no útero, por meio de contínua secreção de cálcio e de uma proteína chamada porfirina, em um processo que, no total, dura cerca de 20 horas. “Os pigmentos da casca são influenciados pela porfirina: galinhas brancas terão ovos brancos e galinhas marrons produzirão ovos acastanhados”, afirma Rafael Bueno, professor de veterinária da Universidade Anhembi Morumbi. Por fim, a galinha conta com um canal de abertura chamado cloaca, responsável pela forma final do ovo. Só no ano passado, 2,7 bilhões de dúzias de ovos de galinha foram produzidos no Brasil para consumo humano.

Colunas - Tribuna do Norte

Previsões
De acordo com previsões da Emparn, a quadra chuvosa no semiárido pode se antecipar e ter início na segunda quinzena de dezembro. No entanto, as chuvas previstas ainda dependem das condições das águas do Atlântico e de outros fatores. É aguardar se o sistema não vai mudar. No Ceará, o governador Cid Gomes, mantém estado de emergência em 176 dos 184 municípios do seu estado, por conta do prolongado período de estiagem. Em março, a lista do governo apontava os mesmos municípios. O Rio Grande do Norte já renovou o estado de emergência. Não existe solução para o Nordeste fora do projeto de transposição do São Francisco. E, sem água, a energia vai ficar mais cara em 2015, com a manutenção do funcionamento das termelétricas.
Leilão de animais
A Emparn faz o seu grande leilão anual de animais no próximo sábado, dia 22, a partir das 9 horas, na Estação Experimental Felipe Camarão (Fazenda Rockfeller), em São Gonçalo do Amarante. Serão leiloados 60 animais entre bovinos de diversas raças como Gir, Guzerá, Pardo–Suiça, Sindi e mestiços, além de muares. Os animais serão leiloados em lotes individuais e coletivos, com preços iniciais calculados a partir do preço de abate (carne) e disputa a partir de lances para cada lote. O pagamento em duas parcelas será dividido de 50% cada uma, em cheque, sendo a segunda para 30 dias.

15 novembro, 2014

6 dúvidas sobre os cuidados com o limoeiro

Globo Rural - José Dagoberto de Negri, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas, responde.
 
agricultura_limão (Foto: Thinkstock)
1) Poda do limoeiro: Como deve-se podar os pés de limão taiti e galego oriundos de mudas de enxerto que, apesar de não produzirem, constantemente florescem? Valeria Aparecida dos Santos, de Campo Grande (MS).

Em geral, fruteiras cítricas não necessitam de podas para produzir. Apesar do florescimento, a ausência de frutos no limoeiro pode ser atribuída a diversas causas. Caso haja interesse em executar uma poda, faça-a superficialmente nos ramos mais longos. A realização de uma poda interna na copa do limoeiro, com o objetivo de arejar e iluminar o interior da planta, deve ter um aspecto de “taça aberta”.

2) Limão siciliano: Poderiam orientar-me sobre o cultivo de limão-siciliano em vaso de varanda? May Cremonini, São Paulo (SP).
 
Plante individualmente as mudas, já podadas na altura de cerca de 60 centímetros, em vaso com capacidade para 100 litros. A aplicação da rega, de uma a duas vezes por semana, de acordo com a reação da planta – se murcha ou não. A cobertura sobre o solo pode ser realizada com qualquer material a se decompor, mas é importante que nele não haja sementes. Restritas ao mínimo possível, novas podas são necessárias, porém, devem ser proporcionais ao tamanho da varanda. Via de regra, a floração se dará no segundo ano após o plantio e, em geral, no fim do inverno ou no início da primavera. Após a queda das pétalas das flores, começa a frutificação, cujos frutos estarão prontos para a colheita entre seis e nove meses.

3) Limoeiro de tronco fino: Por ser muito fino, o caule do meu pé de limão está se curvando à medida que cresce. Degmar Rosa Teixeira Silva, de Araruama (RJ).

No caso de o tronco não apresentar-se firme o bastante no processo de crescimento, pode-se tutorar a planta com um pedaço de bambu. À medida que o tronco engrossa, ele terá capacidade para se sustentar e, assim, dar a formação estrutural à planta.

4) Limão china: Rego a cada dois dias e faço adubação nos três pés de limão china que possuo, mas os frutos amadurecem ainda pequenos. Pedro César Oliveira Nunes, de Prata (MG).

Também conhecido como limão-cravo, rosa e vinagre, o limão china tem plantio comum nos quintais dos brasileiros. Regas e adubação nas plantas são importantes, por isso a condução do limoeiro está correta. No entanto, para melhor assegurar as condições de desenvolvimento da planta, recomenda-se intervalos mais longos entre as irrigações, passando a realizá-las uma vez por semana.

5) Limoeiros doentes: Recentemente plantei um limoeiro taiti que parece estar doente, pois as folhas começaram a se enrolar, secar e cair. Gustavo Souza Avila.

As folhas de um limoeiro, cuja muda foi comprada em 2010, estão se enrugando e amarelando. Que doença causa esses sintomas e o que devo usar para adubar a planta? Oliver Seeger.

Os sintomas que surgiram nos limoeiros parecem tratar-se de ataque da larva minadora dos citros. A praga deverá ser combatida no início da sua infestação com inseticidas específicos para a cultura do limão, busque na região a orientação de um técnico especializado que possa analisar a fruteira no local do plantio.

6) Ataque de formigas: As folhas dos pés de limão estão se dobrando e o tronco da figueira está morrendo devido ao ataque de brocas. Auta Aparecida Teixeira, de Uberlândia (MG).

A presença de formigas nas plantas está associada, possivelmente, com a infestação de pulgões. Em limoeiros e em outras plantas cítricas, os pulgões normalmente excretam o excesso de substância açucarada que sugam – a seiva. Ao atrair formigas pelo aroma adocicado, esse líquido é espalhado por elas na superfície da folha, formando um substrato para o desenvolvimento do fungo chamado fumagina.

O controle desse sistema é realizado por meio da eliminação dos pulgões com inseticidas de contato ou sistêmicos, os quais devem ser pulverizados nas fruteiras na época de infestação. A utilização de repelentes como a calda de fumo, por exemplo, poderá trazer resultados satisfatórios. Sem o causador do processo, as formigas e a fumagina desaparecem com a ação de chuvas ou de ventos. 

*Consultor: José Dagoberto de Negri, engenheiro agrônomo e pesquisador do Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Citros Sylvio Moreira, do IAC (Instituto Agronômico de Campinas), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

14 novembro, 2014

Prefeito de Florânia visita a Emparn Caicó


O Prefeito de Florânia, Júnior de Janúncio, esteve na Emparn esta semana para buscar formas de parcerias para possível implantação de projetos em seu município.

Interessado em buscar alternativas para a alimentação bovina, ele pode conhecer algumas iniciativas da empresa na área de produção e reprodução de cactáceas como fonte de recursos em tempos de estiagens.

Projetos para um futuro próximo, como a palma forrageira irrigada e a avicultura caipira também se colocam como promissores naquele município.

13 novembro, 2014

Emparn Apodi

 


  O dia hoje foi cheio de visitas. Uma turma de Técnicos e Agrônomos do Paraguai e outra do Ceará estiveram na EMPARN, Base Física de Apodi visitando os campos experimentais de algodão.

Narjara - Gerente

Emparn apresenta trabalho em Congresso

Foi apresentado na forma de Pôster durante o XVIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária o trabalho Monitoramento e impacto das infecções por parasitas gastrointestinais em matrizes ovinas da raça Morada Nova , desenvolvido na Estação Experimental de Terras Secas e que tem como um dos seus co -autores o pesquisador Aurino Alves Simplício. 

O congresso foi realizado em Gramado/RS, entre os dias 21 e 24 de outubro.

Fonte Boletim 99

12 novembro, 2014

Pesquisadores participam da XI Fenacam

A equipe da Gerência de Aquicultura composta por Ana Célia Araujo Barbosa, Lourdes Bernadete Santos Campos, Luci Dantas Lacava de Almeida e Terezinha Lúcia dos Santos, juntamente com o Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da EMPARN José Simplicio de Holan da, estão participando do XI Simpósio Internacional de Carcinicultu ra e Feira Nacional do Camarão (FENACAM), que se realiza em Fortaleza/CE n o período de 10 a 13 deste mês.

Na ocasião serão apresentados dois trabalhos científicos: Desempenho produtivo e níveis de fósforo e cálcio no sedimento de viveiros de camarão marinho fertilizados com farinha de osso e Análise quantitativa dos organismos zoobentônicos, fitoplanctônicos e zooplanctônicos em viveiros de cultivo de camarão Litopenaeus vannamei fertiliza dos com farinha de osso.

Fonte Boletim 99

N o t a

Estivemos fora do ar por problemas técnicos.
Procuraremos atualizar o nosso Blog,
Mesmo com a falta de tempo!

Os trabalhos na Emparn precisam ser realizados.
E o tempo que gastamos em executá-los
Nos impossibilita, muitas vezes, de divulgá-los.

Quem dera ter a formação de jornalista;
O tempo do jornalista,
A função específica do jornalista!
. . . A percepção, a curiosidade e a coragem eu tenho!

Portanto, vamos em frente!
joseaugusto-emparn@hotmail.com

11 novembro, 2014

Produção agrícola de 2015 deve ser 2,5% maior que a de 2014

A safra de 2015 deve ser 2,5% maior do que a produção agrícola esperada para 2014. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta terça-feira o documento Levantamento Sistemático da Produção Agrícola + Safra 2015. A previsão é que o próximo ano tenha uma produção de 198,3 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas.

Entre as principais lavouras da próxima safra de verão, a expectativa é que haja crescimento da soja (9%), do arroz em casca (1,4%) e de milho 1ª safra (0,3%). Também é esperado crescimento nas primeiras safras de feijão (11%) e de amendoim em casca (10,7%). Dessas primeiras lavouras, apenas o algodão herbáceo deverá ter queda na produção (-8%).

O aumento de 2,5% esperado para 2015 deve-se, segundo o IBGE, aos aumentos de 1,5% na área plantada de soja e de 7,2% no rendimento médio esperado para a safra do grão, totalizando 7,7 milhões de toneladas a mais que na safra de 2014.

Já a safra deste ano deve fechar com aumento de 2,8% em relação à produção de 2013, de acordo com o levantamento de outubro do IBGE. A expectativa é a mesma feita no levantamento anterior, de setembro. É esperado que o ano feche com uma produção de 193,5 milhões de toneladas.

Os principais ganhos da safra de 2014 vieram das lavouras de soja (5,6%), arroz (3,4%) e milho (2,7%). Dezesseis dos 26 principais produtos analisados pelo IBGE devem fechar o ano com alta.