01 outubro, 2014

Comunicado sobre reunião‏

Senhores Pesquisadores,

Solicitamos a presença de V.Sa. na reunião a ser realizada no dia 07/10/2014 (próxima terça-feira) às 10 h na Sala de Reunião da EMPARN que terá a seguinte pauta:

1. Discussão dos projetos de pesquisa em execução, ocasião em que cada Coordenador terá oportunidade de informar a situação atual do projeto;

2. Propostas para futuros projetos;

3. Apresentação de vídeo sobre a integração lavoura, pecuária e caatinga.

Atenciosamente,

José Simplício de Holanda
Diretor de P&D

30 setembro, 2014

Convite dia do Agrônomo‏



Prezado diretor,

É com imensa satisfação e alegria que envio (em anexo) o convite para as comemorações pelo dia do Engenheiro Agrônomo da EAJ-UFRN de 2014.

Esperamos que seja um momento de comemoração, mas também de confraternização entre todos. Estamos construindo um momento para que todos possam conhecer melhor o nosso curso, mas também para que possamos conhecer melhor vocês.

Pedimos que estenda este convite a todos os profissionais ligados a sua coordenação, de modo especial, aos Engenheiros Agrônomos.

Esperamos vocês dia 09/10/2014.

Abraços

Prof. Marcio
Coordenação do curso de Agronomia
Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
----------------
Setor de Graduação - Bloco dos Professores
RN 160 - Km 03 - Distrito de Jundiaí - Macaíba/RN
CEP: 59280-000 | Cx Postal 07
Tel: (84) 9474-6745
E-mail: agronomiaufrn@gmail.com

Reunião Técnica‏

Prezados colegas,

Seguindo orientação do Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento José Simplício de Holanda, convidamos todos os pesquisadores para participar de reunião técnica a realizar-se na próxima terça-feira (07/10), às 9h, na Sala de Reunião da Sede, oportunidade em que será rediscutida a programação de pesquisa da Empresa.

Obrigado,

Ezequias Viana de Moura
GTTC

Palestras da EMPARN na EXPOFRUIT‏

Além da distribuição de mudas, cartilhas de orientação de cultivo de frutas e amostras de experiências científicas em seu estande, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) participou da EXPOFRUIT 2014, com três palestras proferidas por pesquisadores do seu quadro. A feira, promovida pelo Comitê Executivo da Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX), que foi encerrada na última sexta-feira (dia 26/09), em Mossoró, com a participação de missões estrangeiras e expositores locais e nacionais, teve como tema “Venha conhecer o precioso sabor da nossa região”.

Dentro da programação científica da EXPOFRUIT, o pesquisador da EMPARN, Guilherme Ferreira da Costa Lima abordou o tema “Palma adensada irrigada”, para mostrar a viabilidade do cultivo da palma forrageira na região semiárida do Rio Grande do Norte. O pesquisador José Simplício de Holanda, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da EMPARN falou sobre “A importância da fertilidade do solo na produtividade da fruticultura”.

Já o pesquisador Marcone César Mendonça das Chagas fez uma exposição sobre o tema “Estratégia de manejo integrado de Tetranychus urticat (acari: Tetranychidae) na cultura do mamoneiro”. O trabalho científico foi desenvolvido na região de Baraúna, grande produtora de mamão, para combater o ácaro rajado do mamoeiro, sem a utilização de defensivos químicos.

EMPARN - Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação
- Assessoria de Comunicação -
www.emparn.rn.gov.br
(84) 3232-5871

Terra perdeu mais de metade da fauna selvagem que existia há 40 anos

Mais da metade dos animais selvagens que existiam na Terra há 40 anos desapareceu, e a maioria destas perdas ocorreu nas áreas tropicais da América Latina, segundo o último relatório “Planeta Vivo” do Fundo Mundial para a Natureza (WWF).
Sob o título “Espécies e Espaços, Pessoas e Lugares”, o relatório – a décima edição deste estudo bienal – recolhe as pesquisas realizadas sobre o destino de 10 mil espécies de vertebrados de 1970 a 2010.
Resultado de imagem para foto de caça de animais selvagensAs espécies estão classificadas no Índice Planeta Vivo, um registro mantido pela Sociedade Zoológica de Londres. Além disso, o relatório mede o rastro ecológico da humanidade no planeta elaborado pela Global Footprint Network.
A principal conclusão do estudo é que as populações de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis decaiu em 52% desde 1970.
As espécies de água doce sofreram uma perde de 76%, em um percentual que dobra as sofridas por espécies marinhas e terrestres.
A maioria das perdas globais, por sua vez, provém das regiões tropicais da América Latina.
O Índice Planeta Vivo para a região neotropical – que coincide com o território da América Latina – mostra um dramático e contínuo declive das populações de fauna selvagem, com uma perda média de 83% das espécies desde 1970.
“Esta é a queda regional mais profunda, e destaca a intensa pressão à qual estão submetidas as espécies tropicais da América Latina”, declarou à Agência Efe Richard McLellan.
O especialista do Fundo atribuiu este declive a uma série de razões, que incluem “as ameaças típicas”, como a exploração das espécies, a degradação da terra e da água, a perda de habitats e a mudança climática.
Fatores que, no entanto, no relatório deste ano se veem acentuados porque se melhoraram os sistemas de coleta de dados e porque se obteve mais e melhor informação procedente da América Latina.
De fato, em geral, em toda a Terra, o maior perigo para a fauna é a degradação e a perda do habitat natural dos animais.
A pesca e a caça são ameaças “significativas”, assinala o relatório, enquanto a mudança climática está se transformando em “crescentemente preocupante”, com as primeiras constatações de que “a mudança climática já é responsável da extinção de algumas espécies”.
Por outra parte, o relatório destaca que o que a humanidade demanda ao planeta é mais do que o dobro do que a natureza pode renovar.
De fato, calcula-se que seria necessária uma Terra e meia para produzir os recursos necessários para equilibrar com o rastro ecológico da humanidade.
O relatório também destaca que o rastro ecológico é cinco vezes maior nos países desenvolvidos que nas nações em desenvolvimento, e lembram que se demonstrou que se podem elevar os níveis de vida da população e restringir ao mesmo tempo a exploração dos recursos naturais.
Os dez países com maior rastro ecológico são, na ordem, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Bélgica, Trinidad e Tobago, Cingapura, Estados Unidos, Bahrein e Suécia. (Fonte: Terra)
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29 setembro, 2014

Avicultura Caipira - Continuam as visitas aos agricultores

Hoje, estivemos na Comunidade Barra da Espingarda. Acompanhados da Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caicó, Ana Aline, verificamos alguns possíveis contemplados pelo Projeto de Avicultura Caipira.


 

PESQUISADORES DO CNPAT/EMBRAPA VISITAM CAMPOS EXPERIMENTAIS DA EMPARN

Palma irrigada-Cruzeta
Os pesquisadores João Alencar, José Luiz e Diva Correia, da EMBRAPA Agroindústria Tropical, CNPAT, estiveram nos dias 23, 24 e 25 deste mês, visitando as Bases Físicas da EMPARN de Apodi, Caicó, Cruzeta e Jiqui (Parnamirim). O objetivo foi conhecer o Elenco de pesquisas que a EMPARN vem desenvolvendo com cactáceas e espécies florestais, especialmente Acacia mangium e clones de de híbridos de eucalipto. Em Caicó, assistiram a uma palestra ministrada pelo pesquisador Manoel de Souza Araújo sobre as ações de pesquisas objetivo da visita. Na sede da EMPARN, se reuniram com Dr. José Geraldo, presidente da empresa e especialista em cactáceas, para discussão sobre  futuras parcerias entre as duas instituições de pesquisa agropecuária.

Adensamento da Caatinga c/ xiquexique - Cruzeta

Cerca viva de gliricidia sepium - Parnamirim

28 setembro, 2014

Soluções criativas para o Semiárido

Revista Globo Rural - José Roberto Fonseca passou metade de seus 59 anos longe do Semiárido. Nascido em Maceió, AL, formou-se em engenharia de pesca em Pernambuco e, quando retornou a sua cidade natal, na década de 1970, logo se vinculou à Secretaria de Meio Ambiente. Na época, havia muito trabalho a fazer: proteger mangues e reservas, combater descartes irresponsáveis de resíduos industriais, etc. Mas o ano que transformaria definitivamente sua vida - e a de centenas de famílias do Sertão - foi 2003, quando, a convite da Fundação Teotônio Vilela, deixou o mar para se enfurnar na Caatinga.

A fundação acabara de firmar parceria com uma empresa norte-americana para a implantação de painéis solares pelo Sertão nordestino. Era preciso localizar povoados isolados que pudessem pagar pelo menos 16 reais pelo uso da energia - valor gasto pelas famílias da região com velas e candeeiros. Embora pareça irrisório, muitas não dispunham de tal quantia. Era o que acontecia, por exemplo, com os moradores da comunidade de Baixas, em São José da Tapera, a 220 quilômetros de Maceió, que sobrevivia com quase nada - cultivos de subsistência, como mandioca, milho, fumo e palma, e venda de vassouras com palha de ouricuri, uma palmeira típica do lugar. Cada vassoura era comercializada por 25 centavos.

Baixas não se adequava ao programa, mas José Roberto não se esqueceu dela. Não queria ser apenas o "Papai Noel" das crianças, que assim o chamavam por conta do cabelo e barba brancos e porque ele distribuia pipoca e biscoito em suas idas ao Semiárido. Ele também repudiava a ideia de juntar um grupo de amigos para fazer apenas doações. Não descartava o auxílio, mas queria a mudança vinda do trabalho.

José Roberto deixou então a instituição em que trabalhava e criou o Instituto Eco Engenho, com alguns parceiros e dois importantes patrocinadores - a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID-Brasil) e a Fundação Americana Fiorello La Guardia, financiadoras de programas relacionados ao desenvolvimento sustentável.

De seis anos para cá, ele provocou uma revolução em Baixas, região com um dos mais baixos IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do país, onde 70% das doenças estavam ligadas à falta de higiene e saneamento básico, a esperança de vida era de 50,9 anos e a mortalidade infantil chegava a 113,7 por mil nascidos vivos.

O programa H2 Sol - Água Solar, idealizado pela ONG que dirige, chegou com cultivos hidropônicos de pimenta por meio da energia solar e foi bem recebido pela comunidade. 'Aqui não tinha nada, nunca ninguém quis saber da gente. Não tinha por que desconfiar', afirma Josefa dos Santos.

As 36 famílias de Baixas começaram a aprender a cultivar variedades de pimenta-de-cheiro-amarela, dedo-de-moça e malaguetão, que não são tão ardidas. Elas dão origem a 3 mil vidros de molho por mês, que estão em 20 pontos de vendas em Maceió - de loja no aeroporto a hotel cinco estrelas. A pimenta da Tapera, como foi batizada, é vendida sob selo do comércio solidário pelo preço mínimo de cinco reais cada embalagem.

Aprender a plantar não foi o problema. Difícil foi entender de onde viria a água para a irrigação por gotejamento. "Fiquei ressabiada, pois a gente sempre subiu a serra para pegar água de duas nascentes de lá, porque a água dos poços daqui é salobra", diz Josefa. Primeiro, o engenheiro instalou um dessalinizador para torná-la adequada ao consumo humano e da plantação.

Depois, ele instalou duas cisternas, com capacidade de 60 mil litros, que captam a água potável canalizada da serra próxima. Mas a surpresa de todos foi a implantação de um painel fotovoltáico de 1,6 quilowatt por hora, que garante o fornecimento de energia para o galpão de processamento e para o uso de eletrodomésticos nas casas. "Seu José Roberto descobriu o que estava encantado aqui em Baixas", diz José Agripino, 72 anos, pai de 12 filhos e avô de 72 netos. Antigamente, era o breu total, e agora a energia elétrica convencional também chegou lá, em 2008, com o programa Luz para Todos, do governo federal.

As variedades são plantadas em garrafas PET, por hidroponia, e protegidas por tela de sombrite No entanto, é o plantio de pimenta em pleno Sertão que surpreende e já foi tema de documentário de uma equipe de TV franco-germânica. Cinco sistemas compostos por duas caixas d'água em cada um deles (na de baixo são colocados os sais minerais da hidroponia, e a de cima libera a irrigação) e dois módulos fotovoltáicos em cada um (com potência de 100 watts por hora) fazem florescer as 672 pimenteiras plantadas em garrafas PET protegidas por telas de sombrite. "E pensar que já quis sair daqui. Era para sumir deste mundo que Deus tinha esquecido", desabafa José Agripino.

As manhãs são o período mais agitado na comunidade. É quando a irrigação precisa ser acionada, a colheita feita e a produção agilizada. "Às vezes só dá para fazer almoço e mandar o menino para a escola", explica Maria José Agripino. Mas ninguém quer abrir mão dos dias corridos, que proporcionam, em média, a renda de um salário mínimo por família. "A comunidade também deixou de ser triste. No ano passado, assamos um bode e chamamos o sanfoneiro para comemorar o São João", conta.

Felicidade tem dona Josefa dos Santos. A filha Ivanilza termina o ensino médio no final do ano e sonha com a faculdade de direito. "Imagine isso para uma mãe que não sabe assinar o próprio nome", diz. Mas o analfabetismo não foi empecilho para torná-la a "banqueira" do povoado, ao ser responsável pela conta poupança comunitária. "O dinheiro serve para repor uma torneira, consertar uma bomba, coisas ligadas à produção", explica. Em 2008, os casebres de barro foram substituídos por casas de tijolos, fruto de uma doação da ONG Amigos do Bem, vencedora do Projeto Generosidade há três anos. "Agora vivemos com dignidade completa", reforça a banqueira.

Uma das grandes testemunhas dessa transformação é o agente de saúde Cícero Santos Melo, que há dez anos dá assistência à comunidade. Ele marca consultas, exames, entrega remédios e, acima de tudo, é considerado um grande conselheiro. "Aqui o grau de desnutrição das crianças era alto, e todo ano havia muita morte", conta.

Para ele, o melhor de tudo é encontrar mães e crianças sempre juntas. Antes elas ficavam espalhadas pela serra, com farinha e rapadura, enchendo latas d'água. "Era mais triste ainda na época da seca", recorda. É quando o Semiárido se despede de qualquer verde em sua vegetação e Baixas vê tudo padecer de sede (boi, gente, plantio), estando apenas a 30 quilômetros do São Francisco, o rio que corta cinco estados do país.

27 setembro, 2014

Bomba para poço movida a luz solar é alternativa para quem não tem acesso a energia elétrica

bomba_solar_anauger (Foto: Divulgação / Anauger)Revista Globo Rural - Em algumas áreas rurais do Brasil ter energia elétrica ainda é luxo. Não podendo contar com o serviço, há tecnologias para suprir as necessidades hídricas sem depender de corrente elétrica. Uma delas é a bomba para poços que utiliza energia solar, que dispensa também o uso de baterias.

A captação de água é essencial para as atividades do dia a dia na propriedade, tais como irrigação, hidratação de animais e abastecimento de caixa d'água para uso doméstico. Com a bomba solar, é possível prover isso em lugares mais afastados das regiões metropolitanas. A inovação também pode ser uma alternativa a lugares com abastecimento de água deficiente, já que retira o líquido dos lençóis freáticos.

O produtor de novilhas Carlos Alberto Zamanga tem um sítio a apenas 20 quilômetros de Campo Grande (MS) e mesmo assim sofre com a falta de energia. Para dar continuidade aos projetos no campo, procurou na internet um modelo de bomba independente. Foi assim que conheceu a tecnologia. Adquirou um modelo com vazão de até 8.600 litros/dia da Anauger, que usa placas solares desde 2011.

A única desvantagem é que em dias nublados a máquina não opera em plena capacidade, já que depende de incidência solar de 6W/m². Mas para o Gustavo Tullio Fernandes, servidor público que tem a bomba no sítio Vale das Cabras, em Campinas (SP), isso não chega a ser um grande problema."Em dia nublados a potência diminui, mesmo assim a bomba consegue mandar água numa vazão razoável para a minha caixa que fica a 80 metros de distância e 20 metros de altura em relação ao poço", conta.

Economia também está entre as vantagens: como a fonte de energia é renovável e grátis, uma vez investido o dinheiro na bomba, não haverá outros gastos. "O tempo de retorno do investimento em questão de economia direta é de cerca de 12 meses", afirma Marco Aurélio Gimenez, diretor comercial da Anauger. A versão da empresa custa entre R$ 1.269 e R$ 2.149.

Edital de Mestrado em Aquicultura e Pesca

O colaborador Rafson Varela nos envia a seguinte informação:


Estão abertas as inscrições do Mestrado em:
Eng de Pesca - ufc
http://pgengpesca.weebly.com/uploads/2/4/6/8/24681314/edital_01-2014__mestrado_seleo_turma_2015.pdf

recursos aquaticos e pesca -uema
http://media.wix.com/ugd/f5c926_a88aabd7e8291a81f8877fbaa56c21de.pdf

aquicultura - ufsc
http://aquicultura.posgrad.ufsc.br/files/2014/09/Edital-de-Selecao-PPG-AQI-Mestrado-2015-1.pdf

26 setembro, 2014

Pesquisas da Emparn no Congresso de Entomologia

Duas pesquisas desenvolvidas na EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte serão apresentadas no XXV Congresso Brasileiro de Entomologia, a partir de domingo (14) até o dia 18, em Goiânia/GO, pelos pesquisadores Marcone Chagas e Marcos Moreira. O congresso terá como  tema geral  “Entomologia Integrada à Sociedade para o Desenvolvimento Sustentável”.
            Uma das pesquisas é a de Marcone Mendonça Chagas, Engenheiro Agrônomo formado na UFERSA e Doutor em Entomologia Agrícola pela ESALQ/USP, que tem desenvolvido pesquisas na área de manejo integrado de pragas com ênfase no controle biológico. Já desenvolveu vários trabalhos com as culturas do feijão, algodão, citros, coco, caju, goiaba, manga, maracujá e mamão. Marcone vem desenvolvendo outra pesquisa na região Oeste, em Baraúna, atualmente uma das maiores produtoras de mamão da variedade Formosa. Nessa pesquisa, ele descobriu uma forma natural de combater o ácaro rajado do mamoeiro, proporcionando assim, melhor desenvolvimento da cultura, com ganhos em produção e lucratividade para o produtor.  
       Segundo Marcone Chagas, os inseticidas testados no experimento de campo no projeto intitulado “Utilização de extratos vegetais no controle de pragas em frutíferas” foram formulados à base óleos vegetais e/ou óleo mineral comercial com a adição de detergente neutro (DN) a fim de possibilitar a solubilização em água. O projeto de pesquisa já contemplou as culturas do coco, manga, maracujá, caju goiaba e atualmente o mamão.
                    Já o pesquisador Marcos Moreira, da EMPARN/Embrapa Tabuleiros Costeiros, convidado pela Sociedade Brasileira de Entomologia, vai proferir palestra em uma mesa-redonda abordando a aplicabilidade de feromônios como opção não-química no controle de insetos-praga na fruticultura, dentro da programação científica do Congresso.
     O pesquisador vem realizando pesquisas em ecologia química no desenvolvimento de novas moléculas químicas com bioatividade e sendo avaliadas em pragas de interesse nacional, com vistas à redução de agrotóxicos na agricultura em parceria com a Universidade Federal do Paraná e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – Semioquímicos na Agricultura/USP/ ESALQ/UFAL.
- See more at: http://www.emparn.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=40959&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA#sthash.d80wGqs5.dpuf
Duas pesquisas desenvolvidas na EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte serão apresentadas no XXV Congresso Brasileiro de Entomologia, a partir de domingo (14) até o dia 18, em Goiânia/GO, pelos pesquisadores Marcone Chagas e Marcos Moreira. O congresso terá como  tema geral  “Entomologia Integrada à Sociedade para o Desenvolvimento Sustentável”.
            Uma das pesquisas é a de Marcone Mendonça Chagas, Engenheiro Agrônomo formado na UFERSA e Doutor em Entomologia Agrícola pela ESALQ/USP, que tem desenvolvido pesquisas na área de manejo integrado de pragas com ênfase no controle biológico. Já desenvolveu vários trabalhos com as culturas do feijão, algodão, citros, coco, caju, goiaba, manga, maracujá e mamão. Marcone vem desenvolvendo outra pesquisa na região Oeste, em Baraúna, atualmente uma das maiores produtoras de mamão da variedade Formosa. Nessa pesquisa, ele descobriu uma forma natural de combater o ácaro rajado do mamoeiro, proporcionando assim, melhor desenvolvimento da cultura, com ganhos em produção e lucratividade para o produtor.  
       Segundo Marcone Chagas, os inseticidas testados no experimento de campo no projeto intitulado “Utilização de extratos vegetais no controle de pragas em frutíferas” foram formulados à base óleos vegetais e/ou óleo mineral comercial com a adição de detergente neutro (DN) a fim de possibilitar a solubilização em água. O projeto de pesquisa já contemplou as culturas do coco, manga, maracujá, caju goiaba e atualmente o mamão.
                    Já o pesquisador Marcos Moreira, da EMPARN/Embrapa Tabuleiros Costeiros, convidado pela Sociedade Brasileira de Entomologia, vai proferir palestra em uma mesa-redonda abordando a aplicabilidade de feromônios como opção não-química no controle de insetos-praga na fruticultura, dentro da programação científica do Congresso.
     O pesquisador vem realizando pesquisas em ecologia química no desenvolvimento de novas moléculas químicas com bioatividade e sendo avaliadas em pragas de interesse nacional, com vistas à redução de agrotóxicos na agricultura em parceria com a Universidade Federal do Paraná e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – Semioquímicos na Agricultura/USP/ ESALQ/UFAL.
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Duas pesquisas desenvolvidas na EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte foram apresentadas no XXV Congresso Brasileiro de Entomologia, que ocorreu entre domingo (14) até o dia 18, em Goiânia/GO, pelos Pesquisadores Marcone Chagas e Marcos Moreira. O congresso teve como tema geral “Entomologia Integrada à Sociedade para o Desenvolvimento Sustentável”.

Uma das pesquisas é a de Marcone Mendonça Chagas, Engenheiro Agrônomo formado na UFERSA e Doutor em Entomologia Agrícola pela ESALQ/USP, que tem desenvolvido pesquisas na área de manejo integrado de pragas com ênfase no controle biológico. Já desenvolveu vários trabalhos com as culturas do feijão, algodão, citros, coco, caju, goiaba, manga, maracujá e mamão. Marcone vem desenvolvendo outra pesquisa na região Oeste, em Baraúna, atualmente uma das maiores produtoras de mamão da variedade Formosa. Nessa pesquisa, ele descobriu uma forma natural de combater o ácaro rajado do mamoeiro, proporcionando assim, melhor desenvolvimento da cultura, com ganhos em produção e lucratividade para o produtor.

Segundo Marcone Chagas, os inseticidas testados no experimento de campo no projeto intitulado “Utilização de extratos vegetais no controle de pragas em frutíferas” foram formulados à base óleos vegetais e/ou óleo mineral comercial com a adição de detergente neutro (DN) a fim de possibilitar a solubilização em água. O projeto de pesquisa já contemplou as culturas do coco, manga, maracujá, caju goiaba e atualmente o mamão.

Já o pesquisador Marcos Moreira, da EMPARN/Embrapa Tabuleiros Costeiros, convidado pela Sociedade Brasileira de Entomologia, proferiu palestra em uma mesa-redonda abordando a aplicabilidade de feromônios como opção não-química no controle de insetos-praga na fruticultura, dentro da programação científica do Congresso.

O pesquisador vem realizando pesquisas em ecologia química no desenvolvimento de novas moléculas químicas com bioatividade e sendo avaliadas em pragas de interesse nacional, com vistas à redução de agrotóxicos na agricultura em parceria com a Universidade Federal do Paraná e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – Semioquímicos na Agricultura/USP/ ESALQ/UFAL.

Ministério da Agricultura estuda linha de crédito para jovens produtores

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está estudando uma linha de crédito própria para os jovens produtores e sucessores (filhos de produtores que seguirão os passos dos pais) que estão iniciando na atividade. A informação é do secretário de Políticas Agrícolas, Seneri Paludo.

De acordo com Paludo, a questão da linha de crédito para os jovens produtores que estão começando na atividade agropecuária foi levantada durante um dos encontros realizados pelo Projeto Futuros Produtores do Brasil, realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). "Foi uma questão simples que surgiu no projeto e por que não talvez a gente estudar dentro do Ministério. Eles querem ficar na atividade, mas às vezes não tem crédito específico para isso e ainda não tem as garantias que o sistema financeiro exige".

A linha de crédito, afirma o secretário de Políticas Agrícolas, que participou no sábado (20) de um encontro do projeto desenvolvido pela Famato, já está sendo estudada dentro da Secretaria. "Nós conversamos lá dentro do Ministério da Agricultura, dentro da Secretaria de Políticas Agrícolas, para começar a criar, do mesmo jeito que tem as outras linhas, a gente criar uma linha específica talvez para estes filhos de produtores rurais que estão iniciando a sua atividade agrícola", declarou Paludo ao Agro Olhar.

A proximidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com os jovens produtores, na opinião de Paludo, é fundamental, não só para se passar a experiência do que ocorre dentro do próprio Ministério e órgãos de representação, bem como governo federal, mas sim para estar mais próximo para que os futuros produtores entendam o processo e para que possam a vir a colaborar com as mudanças que efetivamente serão necessárias de se fazer no setor do agronegócio brasileiro.

“A melhor maneira de continuarmos com o que é esse agronegócio brasileiro, uma referência para o agronegócio mundial, não é investir em máquinas, não é investir em tecnologia e sim é investir em pessoas. E quando falamos em investimento em pessoas nada melhor do que você investir nestes filhos de produtores que já tem um conhecimento, já vem de um processo de DNA, que já possui um professor dentro de casa que pode auxiliar eles e você pode transformar eles em pessoas ou em técnicos ou produtores ainda melhores que as gerações passadas. É assim que a gente vai conseguir consolidar e deixar o agronegócio brasileiro cada vez mais forte”, ressalta Seneri Paludo.

Fonte: Olhar Direto

Semarh monitora reposição florestal em Arituba

Baixe DSC02734.JPG (882,8 KB)A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), através do Programa de Desenvolvimento Sustentável e Convivência com o Semiárido Potiguar (PSP), continua monitorando as mudas que foram plantadas nas margens da Lagoa de Arituba, em Nísia Floresta, em dezembro de 2013.

Esse plantio foi pensado como forma de compensação ambiental pela retirada (mínima necessária e autorizada pelo órgão ambiental) de vegetação na área onde estão sendo executadas as obras de ampliação da adutora Monsenhor Expedito.

De acordo com Thaise Sales, consultora do PSP, a cada duas semanas, técnicos do PSP vão a campo para realizar esse monitoramento. “Estamos tendo todo cuidado com essa vegetação que é um dos resquícios de Mata Atlântica no nosso Estado. Sinalizamos as mudas com placas que indicam o nome da espécie e observamos se existe alguma planta parasita que prejudique esse desenvolvimento” frisou Thaise.

O entorno da Lagoa de Arituba, foi sugerida como a área prioritária para a realização do Projeto de Reposição Vegetal por conta da sua fragilidade ambiental. “Escolhemos esse ponto para atuar em função do risco de degradação que esse manancial sofre, decorrente da exploração turística” disse Marcelo Queiroz, Engenheiro Agrônomo do PSP, responsável pelo projeto de reposição.

A equipe da Semarh, além de acompanhar a evolução do reflorestamento da área em questão, vai promover outro plantio de mudas, no mesmo local, provavelmente no início do ano que vem. “Queremos continuar esse trabalho como forma de diminuir o impacto e conservar o ecossistema da área” ressaltou Daniel Magalhães, Gestor Ambiental do PSP.

O Programa de Desenvolvimento Sustentável e Convivência com o Semiárido Potiguar é desenvolvido por meio de um empréstimo do Banco Mundial com o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, coordenado e executado pela Semarh. Suas ações são focadas na área de recursos hídricos e Meio Ambiente, visando o desenvolvimento sustentável do Estado.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA:
Ulyana Lima - (84) 8841-2890/8124-9885
Assessora de Imprensa da SEMARH
Estagiária: Nathália Macêdo
Bolsista: Cleber Renato
(84) 3232-2426/3232-2424
E-mail: imprensa-semarh@rn.gov.br
Twitter: @semarh

25 setembro, 2014

Pinto Caipira da Emparn

A Emparn está com sua produção regular de pintos, com nascimentos todas às quartas feiras. Você de todo o estado, pode adquirir os animais fazendo as encomendas pelos telefones:

Em Caicó - 9805-5557, 9962-6707, 8138-1685 com Zilmar, José Augusto e Carlos Porto
Em Natal - 9918-0719, 3232-5870 com Florisvaldo
Em Mossoró - 9972-5865 com Jorge Torres
Em Cruzeta - 9963-5416, 9686-7096, 3473-4285 com Márcio Raimundo
Em Ipanguassu - 9955-5588 com Idaiane
Baixo Assu - 3523-2630 com Neguim


Faremos as entregas todas as QUINTAS FEIRAS

Emparn empossa novo Diretor

O pesquisador José Simplício de Holanda assume a diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), em substituição ao também pesquisador  José Flamarion Oliveira, falecido recentemente. Simplício Hollanda é doutor em solos pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP e tem vários trabalhos publicados. - See more at: http://www.emparn.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=41740&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA#sthash.LmHYoSTy.dpuf
O pesquisador José Simplício de Holanda assume a diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), em substituição ao também pesquisador  José Flamarion Oliveira, falecido recentemente. Simplício Hollanda é doutor em solos pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP e tem vários trabalhos publicados. - See more at: http://www.emparn.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=41740&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA#sthash.LmHYoSTy.dpuf
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O pesquisador José Simplício de Holanda assume a diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), em substituição ao também pesquisador José Flamarion Oliveira, falecido recentemente.

Simplício Hollanda é doutor em solos pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP e tem vários trabalhos publicados.