02 agosto, 2015

Açude Itans - O próximo a ser desassoriado

No açude Mundo Novo os trabalhos começarão na próxima semana. E o Açude Itans poderá ser o próximo a ser desassoriado. 

Com esse objetivo, o Vereador Rubens Germano já conversou com o Presidente do Idema, Rondineli Silva Oliveira, e uma reunião em Natal já foi marcada para os encaminhamentos necessários.

01 agosto, 2015

Criada a Política de Combate à Desertificação

Governador entrega em Caicó a licença de desassoriamento do Açude Mundo Novo

Agora sim, já podemos começar. Pois o Governador Robson Faria entregou ontem na Câmara Municipal de Caicó, a esperada "Licença do Idema" para o desassoriamento do Açude Mundo Novo.

A empresa do Sr Luis Medeiros de Santana do Seridó será a responsável pelo trabalho.

Segunda-feira próxima estaremos em Natal para junto à Diretoria da Emparn fecharmos os detalhes do contrato de exploração. 

Em Caicó o governador Robinson Faria fez o anúncio dessa ação do seu governo, que consta da concessão de cinco licenças ambientais por meio do Idema, que resultaram em 2 mil empregos diretos e 8 mil indiretos nas áreas de extração mineral, água purificada, polpa de frutas, extração de argila e de mármore.

31 julho, 2015

Árvores necessitam de até 4 anos para se recuperar de uma seca, diz estudo

Clipping - As árvores precisam, em média, de dois a quatro anos para recuperar suas taxas de crescimento após secas severas, um período maior do que o estabelecido pelos modelos globais que relacionam clima e vegetação, e que assumem uma recuperação quase imediata.

O estudo, publicado nesta quinta-feira pela revista “Science”, sugere, portanto, que as florestas, como consequência de sua recuperação lenta após uma seca, são capazes de armazenar menos carbono do que se tinha calculado com os modelos de clima e vegetação e isto traz implicações para a mudança climática, que pode ser também mais rápida do que se pensava.

Estas são algumas das conclusões de um artigo liderado por William R.L. Anderegg, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, e Jesús Julio Camarero, cientista do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) do Instituto Pirenaico de Ecologia, em Zaragoza, na Espanha.

As florestas têm um papel muito importante no amortecimento da mudança climática provocado por ação do homem: as árvores retêm grande parte das emissões de CO2 através da fotossíntese e transformam e armazenam parte desse carbono sintetizado em forma de madeira.

Esta regulação do ciclo global de carbono é fundamental para o planeta, comentou Camarero à Agência Efe, e a descoberta de que o estresse causado por períodos de seca atrasa o crescimento das árvores durante anos indica que as florestas são capazes de armazenar menos carbono que o calculado.

“Se as florestas não são tão boas em reter o dióxido de carbono, isto significa que a mudança climática pode se acelerar”, disse Anderegg em uma nota de imprensa emitida pela Universidade de Utah.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram uma base de dados global do crescimento de árvores (Internacional Tree Ring Data Bank), que foi elaborada a partir de medições dos anéis de crescimento fornecidos por cientistas do mundo todo.

Concretamente, os especialistas estudaram a recuperação de árvores de mais de 1.300 florestas não tropicais depois de graves secas ocorridas na segunda metade do século XX, entre elas as de 1994 e 1995 na Espanha e a de 2003 no centro da Europa.

A dendrocronologia é a ciência que estuda os anéis de crescimento nos troncos das árvores e através de técnicas dendrocronológicas os pesquisadores puderam reconstruir o crescimento após os períodos de seca e ter uma ideia de como as florestas transformam o carbono ao longo do tempo.

Uma vez estabelecido os anos que as árvores levam para se recuperar, os pesquisadores compararam os dados com os cálculos dos modelos teóricos de clima e vegetação.

Assim, segundo esse trabalho, o crescimento foi aproximadamente 9% menor que o esperado durante o primeiro ano de recuperação e 5% menor no segundo ano. Os efeitos da seca foram mais evidentes em famílias como a das pináceas, que compreendem pinheiros e outras árvores coníferas, e em zonas semiáridas.

Segundo Anderegg, o impacto na capacidade de armazenamento de CO2 “não é insignificante: durante mais de um século, a capacidade de armazenamento de carbono nos ecossistemas semiáridos seria reduzida em 1,6 gigatoneladas, uma quantidade maior que o total de emissões de carbono, relacionadas com o consumo e a produção de energia, nos EUA em um ano”. (Fonte: Terra)

Manoel de Souza
Eng. Florestal, M.Sc, Pesquisador da EMPARN 

30 julho, 2015

Série - Transgênicos

SELO DA DISCÓRDIA
Retirada de símbolo foi criticada por entidades de defesa do consumidor

De autoria do deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), o Projeto de Lei 4148 estava em tramitação na Câmara dos Deputados desde 2008 e foi resgatado este ano durante o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), novo presidente da casa. Aprovada por 320 votos a 135, a lei prevê a retirada da identificação visual dos produtos que contêm alimentos transgênicos e também suspende a necessidade da informação no rótulo da espécie doadora do gene que modificou o alimento original. Se detectado em análise laboratorial, produtos com índice de transgenia superior a 1% deverão exibir um texto informativo em letras com tamanho mínimo de um milímetro. Para o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), a lei viola o direito de exercer a livre escolha de compra. “O símbolo tem um poder de mensagem muito mais forte que uma expressão escrita, e a sua retirada limita o entendimento do consumidor”, afirma Renata Amaral, pesquisadora do Idec. “Caso a lei seja aprovada, o consumidor ficará completamente suscetível às informações que a indústria de alimentos quiser passar.”

Em defesa do projeto, que seguirá para votação no Senado, Heinze argumentou que não há determinação específica de informação nas regras de rotulagem estabelecidas por organismos como o Mercosul ou a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Seu ponto de vista, no entanto, não é unânime entre os deputados federais. “Foram justamente os que dizem que transgênicos não oferecem risco algum para a saúde que trabalharam para retirar dos rótulos a informação. Não é contraditório?”, diz o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), contrário ao projeto de lei. Procurado pela reportagem, Heinze não se pronunciou até o fechamento desta edição. 
 
Por Gustavo Poloni, Nathan Fernandes e Thiago Tanji, Revista GalileuShare24

29 julho, 2015

Espaço do leitor

A questão da rotulagem obrigatória de alimentos no Brasil está restrita ao risco à saúde: só o produto que contém algo que comprovadamente faz mal leva um rótulo avisando sobre isso. 

Ora, os transgênicos foram considerados seguros para seres humanos e animais não apenas pela CTNBio, mas por TODAS AS DEMAIS AGÊNCCIAS de avaliação de risco do Mundo. Então, não tem cabimento técnico pedir um rótulo.

Como existe uma lei anterior a este consenso científico, ela tem que ser cumprida (lasca-se um rótulo), alterada ou revogada. Isso é lá com os juristas. Sugiro a leitura de http://genpeace.blogspot.com.br/2015/05/rotulagem-de-transgenicos-porque-nao.html

Hoje é quarta-feira "Dia de Nascimento"





A produção continua semanal, todas as quartas-feiras

Encomendas pelos telefones:


Em Caicó              84.99962-6707 e 99979-7699
Em Cruzeta                99963-5416 e 99167-9751
Em Mossoró              98871-6499, 98889-3904 e 99835-3749
Em Natal                   99927-3059 e 99918-0719 
joseaugusto-emparn@hotmail.com

28 julho, 2015

Natal sedia o XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
ASSESSORIA DE IMPRENSA – EMPARN

No ano eleito pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o ano internacional dos solos, Natal vai receber maior evento da área no país

O XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo será realizado de 2 a 7 de agosto no Centro de Convenções de Natal. O evento vai reunir professores, pesquisadores, extensionistas, estudantes de graduação e pós-graduação, empresários e profissionais liberais ligados à Ciência do Solo. O congresso acontece em coincidência com o Ano Internacional dos Solos, aprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

As inscrições pela internet terminam nesta terça-feira (28) e só serão realizadas no próximo domingo, no local do evento. Até o momento já são mais de 2 mil inscrições efetivas. A programação científica gira em torno do tema central “O Solo e suas Múltiplas Funções”. As discussões abrangerão a diversidade de funções desempenhadas pelo solo e envolverão aspectos agrícolas, ambientais, ecológicos, sociais e econômicos, provocando e convocando todos os setores da sociedade, bem como as ciências afins, para debater o solo dentro de uma visão ampla e multidisciplinar.

As palestras e conferências serão ministradas por grandes nomes nacionais e internacionais. “Convidamos especialistas de várias partes do Brasil e de países como Estados Unidos, França, Alemanha e Austrália. O nosso objetivo é elevar ainda mais o nível desse evento que é o mais importante da área no nosso país”, afirma o organizador do congresso e pesquisador da EMPARN, José Araújo Dantas. Também fazem parte da comissão organizadora central outros quatro pesquisadores da empresa: Josemir Araújo Neves, Marcos Antônio Barbosa Moreira, Aldo Arnaldo de Medeiros e o Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, José Simplício de Holanda.

O XXXV CBCS é realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), que tem como missão gerar, adaptar e transferir conhecimentos e tecnologias para o Estado. A promoção é da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, com correalização da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, por meio da Embrapa Solos.

EMPARN - Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação
- Assessoria de Comunicação -
www.emparn.rn.gov.br
(84) 3232-5871

Transgênicos

 (Foto: Rodrigo Damati)Um triângulo amarelo com um T em negrito tornou-se a polêmica da vez no Brasil. Por 320 votos a 135, a Câmara dos Deputados aprovou no final de abril um projeto de lei que permite a retirada da informação visual capaz de identificar a presença de alimentos geneticamente modificados nos rótulos de produtos como óleo de soja, fubá, maisena, salgadinhos e outros artigos encontrados na mesa do brasileiro.

Esse novo round que divide políticos, cientistas, ambientalistas e empresas faz parte de uma queda de braço que começou em 1998, quando a soja Roundup Ready, modificada pela gigante da biotecnologia norte-americana Monsanto, foi aprovada para comercialização e plantio em território nacional. Uma ação judicial, no entanto, bloqueou o uso do grão, e só em 2003, por meio de medida provisória assinada pelo governo federal, a liberação dessa e de outras culturas foi finalmente aprovada. Afinal, por que os alimentos transgênicos despertam tanta polêmica?

Juliano Bicas, professor da faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, dá tons literários para explicar o tema. “O gene de um alimento carrega uma informação, como se fosse uma frase de um livro, escrita em linguagem universal entre os organismos vivos”, diz. “Dessa forma, é possível que se transfira uma frase de um livro de Machado de Assis para um livro de Manuel Bandeira. As pessoas podem até perceber que o novo trecho não é original daquele livro, mas nada impede que o texto seja lido com sentido.” Alguns pesquisadores poderiam dizer que a mistura das boas qualidades literárias de Manuel Bandeira e de Machado de Assis produziria um romance absolutamente impecável. Os críticos, por outro lado, considerariam que a manipulação artificial teria consequências indefinidas. Mas, ao contrário de um livro extremamente ruim, o receio em relação à produção em escala cada vez maior de alimentos transgênicos tem a ver com potenciais ameaças à saúde, com o desenvolvimento de doenças como o câncer, ou com a ameaça à biodiversidade por conta da evolução de superpragas capazes de destruir plantas geneticamente modificadas e todas as suas companheiras “normais”.

Até o biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins se posicionou sobre os X-Men da agricultura, que prometem produtividade de alimentos para uma população que não para de crescer. “Os humanos fazem engenharia genética há centenas de anos. Temos plantas e animais que são muito diferentes de seus antecessores, e fazemos isso com seleção artificial”, disse Dawkins durante palestra realizada no Brasil para o Fronteiras do Pensamento. “Mas você não faz coisas que podem causar desastres, essa é uma questão ética importante.” Resta saber se essa ética científica capaz de impedir a seleção artificial de genes humanos com superqualidades também se refletirá no cuidado com os alimentos que garantem nossa sobrevivência. 
 
Por Gustavo Poloni, Nathan Fernandes e Thiago Tanji

PIB agropecuário deve ser de R$ 1,2 trilhão em 2015

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro recuou 0,13% em abril e acumula queda de 0,2% nos quatro primeiros meses de 2015 em relação ao mesmo período de 2014, informam a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O desempenho é puxado pela agricultura, que apresentou recuo de 0,47% no primeiro quadrimestre. "Desta forma, o PIB do setor deve ser de R$ 1,2 trilhão nesse ano, dos quais R$ 816,1 bilhões da agricultura e R$ 391,6 bilhões da pecuária", diz a CNA nesta, em nota.

Com exceção dos insumos, que tiveram alta de 0,3% no PIB no acumulado do ano, todos os segmentos da cadeia produtiva do agronegócio apresentaram queda. Na atividade primária (dentro da porteira), a retração foi de 0,41% no período de janeiro a abril. A agroindústria e o setor de serviços recuaram 0,28% e 0,12%, respectivamente. Segundo a CNA, a queda se deve ao setor agrícola, já que a pecuária, no acumulado de quatro meses, cresceu 0,37%.

Na agricultura, a maior queda, em quatro meses, foi observada na produção primária, de 1,29%. "Esse comportamento reflete a deterioração dos preços agrícolas, visto que, para a produção, a expectativa é de elevação em 2015", diz a CNA. Conforme estudo da entidade com o Cepea, as maiores quedas de preço são esperadas para as seguintes culturas: mandioca (42,99%), algodão (28,87%), tomate (20,28%), banana (19,67%), uva (17,85%), milho (10,53%), cacau (7,03%), laranja (6,51%), trigo (6,43%), feijão (3,8%) e soja (2%).

Ainda dentro do ramo agrícola, a agroindústria teve queda de 0,23%, e os serviços caíram 0,29%. Os insumos tiveram ligeira alta, de 0,09%, por conta da estimativa de alta de preços de adubos e fertilizantes.

Na pecuária, a alta do PIB do setor, que conteve uma queda ainda maior do agronegócio, foi puxada principalmente pela elevação dos segmentos primários (0,63%) e de insumos (0,53%) de janeiro a abril. "Em relação ao primeiro grupo, o bom resultado permanece vinculado aos maiores preços praticado no ano, com a baixa oferta de animais vivos e a recuperação das exportações, que ajudam a explicar este cenário de bons preços. Para os insumos, os preços da suplementação mineral no primeiro quadrimestre tiveram elevação de 3,04% na comparação com o mesmo período de 2014." 
 
 Por Estadão Conteúdo

28 de Julho - Dia do Agricultor

DECRETO Nº 48.630, DE 27 DE JULHO DE 1960

Institui o "Dia do Agricultor" a ser comemorado em todo o país em 28 de julho.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da suas atribuições e de acôrdo com o art. 87, inciso I, da Constituição Federal:

CONSIDERANDO que o país deve grande parte de sua prosperidade à economia agrícola;
CONSIDERANDO ser de justiça reverenciar aqueles que se dedicam ao cultivo da terra, transformando em riqueza dinamizada as dádivas naturais;
CONSIDERANDO que a 28 de julho de 1960 se comemora o centenário do Ministério da Agricultura,

DECRETA:

Art. 1º Fica instituído como "Dia do Agricultor" o dia 28 de julho a ser comemorado festivamente nos país.

Art. 2º Fica o Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura autorizado a adotar providências necessárias ao alcance dos propósitos dêste Decreto.

Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 27 de julho de 1960, 139º da Independência e 72º da República.

JUSCELINO KUBITSCHEK
Antonio Barros Carvalho

26 julho, 2015

Colunas - Tribuna do Norte

Dentro do Ano Internacional dos Solos, definido pela ONU, Natal vai sediar o XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, a partir do próximo domingo, dia 2 até 7 de agosto, no Centro de Convenções. Com o tema “O Solo e suas Múltiplas Funções”, o congresso reunirá professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, empresários e profissionais liberais ligados à ciência do solo, superando os 2.500 participantes. As discussões vão abranger a diversidade de funções pelo solo e envolverão aspectos agrícolas, ambientais, ecológicos, sociais e econômicos, provocando e convocando todos os setores da sociedade, bem como as ciências afins, para debater o solo dentro de uma visão ampla e multidisciplinar. O congresso foi captado na última edição realizada em Urbelândia/MG, pelo pesquisador na área de solos e engenheiro agrônomo da Emparn, José Araújo Dantas, 2º vice-presidente da Sociedade.

De acordo com a imagem do Satélite, na previsão de chuva para a semana (24 a 31), é esperada uma diminuição das chuvas sobre a faixa litorânea leste do Estado, ocorrendo sobre essa região valores acumulados abaixo de 70 milímetros (mm) em média. Nas demais regiões do Estado, são esperadas chuvas fracas com valores variando entre 2mm a 20 mm, de acordo com a Gerência de Meteorologia da Emparn.

TAPEROÁ (I) Segundo relatou o jornalista Woden Madruga, em sua coluna da última quarta-feira, a “Terra Nova Leilões” que cuidou dos negócios no Dia D na Fazenda Carnaúba, de Manelito Villar, em Taperoá/PB, revelou que nas duas raças bovinas expostas a mais vendida foi o Sindi que também alcançou a média mais alta, tanto para as fêmeas como para os machos. O preço médio das fêmeas Sindi foi de R$ 11.892,86; das Guzerá, R$ 8.288,57.

TAPEROÁ (II) Entre os caprinos a raça mais vendida foi a Azul, seguida da Parda Sertaneja e Moxotó, e Murciana Vermelha, em 3º lugar. As raças Canindé e Murciana Preta, em 4º. Dos ovinos, a Morada Nova Vermelha foi a mais vendida, seguida da Cariri e da Santa Inês (3º lugar). Barriga Negra e Jaguaribe empataram no 4º lugar. O preço de caprinos e ovinos, por cabeça, foi de R$ 1.050,00, em 30 parcelas. Uma cabra por R$ 35, por mês, preço de um quilo de queijo. 

Por Luiz Antônio Felipe [ laf@tribunadonorte.com.br]

25 julho, 2015

Potencialidades - O Sertão que faz a diferença

Estará visitando a Filarmônica de Cruzeta neste dia 27 de julho, segunda-feira, o Maestro Tony Guzmán, da Luther Jazz Orchestra. O Luther College, a que pertence a orquestra, é uma instituição conceituadíssima nos EUA. A intenção é selar um projeto de intercâmbio com a vinda da referida Orquestra em maio de 2016, dentro da programação dos 30 anos da Filarmônica Banda Filarmônica de Cruzeta.

O maestro será acompanhado por Eduardo Lakschevitz da UFRJ/FUNARTE. “Aqui em Cruzeta serão recebidos pela professora Margaret Keller e o musico saxofonista Paulo Silva, que hoje está residindo nos EUA, onde concluirá um mestrado em Saxofone. É uma boa notícia, para as Bandas do RN em especial para a nossa”, destaca o maestro de Cruzeta, Bembem Dantas. 
 
Blog Marcos Dantas

Como combater a larva da broca-da-bananeira


Larva de broca-da-bananeira (Foto: Valdir Soler/Arquivo Pessoal) 

Gostaria de saber como combater a larva da broca-da-bananeira mostrada na foto.Valdir Soler

Pertencentes à família dos curculionídeos (insetos com “trombas”), as brocas-da-bananeira correspondem a um grupo de insetos cujas larvas não apresentam pernas. 
 
Assim, elas são diferentes da apresentada na foto, que pode ser considerada oriunda de uma espécie de inseto que encontrou condições favoráveis para o desenvolvimento de sua população e que pode desaparecer com o simples emprego de outras técnicas de cultivo, sem a necessidade de medidas específicas de controle. 
 
A melhor alternativa para o agricultor, no entanto, é solicitar a visita de um técnico ao local para uma avaliação mais precisa da cultura, da parte atacada, dos danos causados e da espécie presente na planta. Também é importante verificar a existência da broca moleque da bananeira (Cosmopolita sordidus) e aplicar medidas adequadas de manejo da praga. 
 
 Por Redação Globo Rural

24 julho, 2015

55ª Festa da Colheita de Cruzeta - RN

Representação da EMPARN na 55ª Festa da Colheita de Cruzeta - RN, 22 de Julho de 2015.

Fotos do Evento:

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Colaboração ao Blog: Márcio Raimundo de Medeiros