22 maio, 2015

EMPARN estará na Exposição Agropecuária do Seridó

Como acontece todos os anos, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) participa de todos os eventos do Circuito Estadual de Exposições Agropecuárias do Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape). Entre os dias 21 e 24 deste mês de maio, a empresa estará na 42ª Exposição Agropecuária do Seridó, no Parque de Exposições Monsenhor Walfredo Gurgel, em Caicó.

A grande novidade neste evento será a apresentação da tecnologia dos “Blocos Multinutricionais”, desenvolvida pela EMEPA – Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba. Trata-se de uma tecnologia aplicada para amenizar o efeito das estiagens na produção de carne e leite no semiárido. São fontes sólidas de suplementação estratégica que fornecem proteína, energia e minerais, compensando, em parte, o déficit nutricional dos rebanhos durante a época seca. No sábado (23) pesquisadores da EMEPA farão uma demonstração de preparação dos blocos com apresentação dos ingredientes necessários, equipamentos e distribuição de folders.

Como em todas as exposições, a EMPARN distribuirá amostras de sementes desenvolvidas pelos pesquisadores e adaptadas ao semiárido, como sorgo, feijão e milho. O material, juntamente com folhetos explicativos e publicações técnicas, será distribuído entre os pequenos produtores rurais presentes no evento. Também serão doadas mudas de bananeira e palma gigante cultivadas em sistema adensado e irrigado. Para comercialização no stand, pintos de ave caipira.

No leilão “Seridó Terra do Leite”, que ocorrerá na noite do sábado (23), a EMPARN vai oferecer animais de qualidade genética reconhecida e adaptada ao semiárido. Serão disponibilizados aos criadores 13 lotes de matrizes e tourinhos bovinos das raças Gir e Guzerá leiteiras, Pardo-Suiça e Girolandia. Além do leilão, a EMPARN participará da Exposição de Caicó com a presença de 30 bovinos e 15 caprinos e ovinos. Haverá a participação dos rebanhos Pardo-Suíço e Sindi nas pistas de julgamento.

EMPARN - Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação
- Assessoria de Comunicação -
www.emparn.rn.gov.br
(84) 3232-5871 

Codevasf firma convênio para implantação de centro de referência em agricultura familiar no semiárido do Piauí‏


Oeiras (PI) cria centro de ensino em parceria com Codevasf

Oeiras (PI) cria centro de ensino em parceria com Codevasf 

Práticas racionais, tecnologias e pesquisas aplicáveis à agricultura familiar ganharão um novo espaço especialmente estruturado e equipado em Oeiras, no semiárido do Piauí, município onde 40% da população se dedica à produção agrícola familiar. Por meio de um convênio firmado com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a prefeitura irá criar o Centro de Treinamento e Capacitação do Município de Oeiras, que buscará se tornar referência para o segmento e que deverá contar com parcerias das Universidade Federal e Estadual do Piauí (UFPI e UESPI) e do Instituto Federal do Piauí (IFPI).

Os recursos, R$ 1,8 milhão, são oriundos da Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI) e serão aplicados em reforma, adequação, estruturação e aparelhamento da antiga Escola Agrícola do Piauí, que está há alguns anos desativada. “O Centro vai dar toda e especial atenção aos 40% da população de Oeiras que vivem da agricultura familiar. Ele visa a estimular a agricultura racional, aproximando tecnologia, informação e pesquisa de todo o setor primário do município”, explica o prefeito de Oeiras, Lukano Araújo.

De acordo com o prefeito, o espaço já possui auditório e acomodações, que serão restaurados e modernizados, e poderá receber os agricultores para períodos de treinamento e capacitação, sobretudo voltados para as melhores práticas de conservação e armazenamentos de forragens como fenação e ensilagem. “O local possui um ambiente formidável para essas práticas”, afirma Araújo.

Ele afirma ainda que pretende levar para o centro outro modelo de ação bem sucedida da Codevasf em Oeiras: o fomento à produção familiar com uso eficiente da água por meio de kits de irrigação. “O município de Oeiras está inserido dentro de uma região semiárida, e os kits de irrigação são uma alternativa, um exemplo de prática racional que visa, a partir de uma tecnologia israelense, a promover a produção familiar em meio à falta de chuvas”, destaca.

Alimentos biofortificados
A agricultura familiar praticada com kits de irrigação vem sendo incentivada pela Codevasf na zona rural do Piauí desde 2009. A 7ª Superintendência Regional, sediada em Teresina, contabiliza cerca de R$ 1,7 milhão investidos para beneficiar 3,2 mil famílias rurais com os equipamentos que permitem o cultivo de itens agrícolas diversos em pequenas áreas, com economia de água e energia.

Até o fim deste ano, a previsão é beneficiar mais 1.499 famílias, sendo 1.125 por meio de convênios firmados com prefeituras com recursos do Orçamento Geral da União, via emendas parlamentares, e o restante por meio do eixo de inclusão produtiva do Plano Brasil sem Miséria.

Os kits atendem, além de famílias de agricultores, a 47 entidades em 28 municípios, incluindo instituições rurais de ensino, Escolas Famílias Agrícolas (EFAs), colégios técnicos federais, associações comunitárias rurais e instituições que trabalham com recuperação de dependentes químicos e com portadores de deficiência.

A implantação dos kits abriu caminho para uma parceria de sucesso com a Embrapa Meio Norte, por meio da qual jovens estão produzindo alimentos biofortificados para consumo de comunidades locais.
Por meio do projeto “Produtores do Futuro”, a Embrapa implanta, nas Escolas Agrotécnicas e Família Agrícola, unidades de transferência de tecnologia (UTTs), que consistem em pequenas áreas (entre 100 a 1.000 m²) irrigadas com kits fornecidos principalmente pela Codevasf. Nessas áreas são implantadas culturas de feijão, macaxeira, batata-doce, entre outros itens com maiores valores nutricionais, isto é, biofortificados (Biofort). O objetivo é reduzir a desnutrição e aumentar a segurança alimentar com a introdução de maiores teores de ferro, zinco e vitamina A na dieta da população de baixa renda.

As escolas beneficiadas com os kits estão situadas nos municípios de Teresina, Oeiras, Aroazes, Miguel Alves, São Pedro do Piauí, Colônia do Piauí, São João da Varjota, Cajazeiras, Santo Inácio, Eliseu Martins, Pedro II, São João do Arraial, Cristino Castro e São Lourenço.

Colaboração ao Blog: Rafson Varela

21 maio, 2015

Animais começam a chegar no Parque de Exposições



Gado Sindi da Emparn

Os poços artesianos podem secar nas grandes cidades?

Resultado de imagem para poços artesianosVerdade
 
Malu Ribeiro: “As reservas subterrâneas não são inesgotáveis e dependem de áreas verdes. Os aquíferos não têm florestas para se reabastecer, o solo é contaminado e há risco de os poços não serem próprios para consumo. Cidades que só usam água subterrânea, como Recife (PE) e São José do Rio Preto (SP), têm problemas de rebaixamento do solo pela super exploração dos aquíferos. Em São Paulo, isso levaria a sérios problemas. Inclusive foram proibidas novas captações em algumas regiões. O ideal é que as pessoas façam poços com empresas autorizadas pra não captar água contaminada ou criar problemas mais sérios”.

Antonio Carlos Zuffo: “Os poços não têm recarga. A vazão pode ser mantida se eles vierem de vazamentos da rede da Sabesp, mas em um rodízio de cinco dias, por exemplo, eles podem diminuir drasticamente. Se houver uma recarga artificial constante, o fluxo é mantido, mas na falta de água isso cai rapidamente. A maior parte dos poços tem um volume pequeno de água porque corre entre as fraturas de rochas. Também é preciso fazer uma análise química e biológica para saber se a água é aproveitável e potável, e se serve para lavar louça, fazer a rega de jardim, descargas em banheiros ou lavar calçadas. Essa água em tese não é própria para cozinhar alimentos nem para a ingestão”.
 
Fonte G1

Essa sim, é uma cultura que deveríamos promover!

Acari foi reconhecido nacionalmente como o município mais limpo da faixa do território brasileiro. A avaliação veio através do InovaCidade 2015, premiação que faz parte do Smart Business America – Congress & Expo 2015, que contempla projetos e iniciativas que contribuam com a melhoria da qualidade de vida nas Cidades, nas áreas de sustentabilidade, inovação tecnológica, governança, energia e mobilidade urbana. 

Acari, Rio de Janeiro e Florianópolis foram as únicas cidades presentes no seleto grupo dos doze agraciados com o prêmio. 

Blog do Marcos Dantas

19 maio, 2015

Quarta-feira é Dia de Nascimento














A Emparn Caicó está realizando às quartas-feiras o seu Dia de Nascimento de pintos caipiras.


Os pedidos podem ser feitos pelos seguintes telefones:

Em Caicó - 9805-5557 / 9962-6707 e 9979-7699 com Zilmar, José Augusto e Carlos Porto
Em Cruzeta - 9963-5416 / 9167-9751 com Márcio
Em Mossoró - 9972-5865 com Jorge Torres
Em Natal - 9927-3059 / 9918-0719 com Alexandre e Florisvaldo

SOLO SÃO, GENTE SÃ conheça a geologia médica


 

Nem todos imaginam que há uma relação entre o tipo de solo e a saúde da população, por exemplo. O chefe da Embrapa Solos, Daniel Pérez, lembra a chamada geologia médica, área que já vinha despontando na década de 1970 e que hoje está consagrada. Em função do pacote geológico, o solo e a água são influenciados. Observa-se, então, a ocorrência ou não de indicadores relacionados à saúde de populações inteiras. 
 
Na Finlândia, sabe-se que em determinadas áreas, nas quais o solo é derivado de uma rocha com pouco magnésio, a água também possui baixos níveis dessa substância. Esse fator deixa as pessoas propensas a doenças cardíacas. 
 
Na China e em Bangladesh, na Índia, há áreas que possuem uma formação geológica que, quando perfurada para se atingir os aquíferos em profundidade, favorece a oxidação de um elemento que estava inerte, o arsênio, contaminando a água.

Estudos atuais sobre o funcionamento biológico do solo no Cerrado buscam selecionar indicadores biológicos mais apropriados para os diferentes agroecossistemas brasileiros e estabelecer os níveis críticos. A prioridade é dar ao agricultor subsídios – o que, como e quando avaliar, e como interpretar o que foi avaliado – para que ele possa monitorar a saúde do solo da fazenda. 
 
Entre os parâmetros estudados estão a biomassa e a diversidade microbiana, a respiração basal e a atividade enzimática do solo. 
 
A biomassa microbiana é a massa (peso) dos microrganismos expressa em grama de carbono ou de nitrogênio por quilo de solo. A respiração basal é determinada pela captura do gás carbônico liberado de amostras de solo após um determinado período de incubação. As avaliações de atividade enzimática procuram estimar o potencial de enzimas de origem predominantemente microbiana e capazes de atuar na ciclagem de elementos químicos como fósforo, carbono, nitrogênio e enxofre. Já as avaliações de diversidade microbiana fornecem indicações sobre a variedade das espécies presentes no solo e também sobre as diversas funções que elas podem exercer. No Cerrado, as avaliações de atividade enzimática têm se destacado pela precisão, simplicidade e baixo custo.

FONTE REVISTA SCT;EMBRAPA

18 maio, 2015

Chuvas não serão suficientes para encher açudes do RN


Resultado de imagem para imagens de açudes secos 

G1/RN – A alegria de ver açudes transbordando tem sido rara no Rio Grande do Norte. E a previsão, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), é de que até o final do ano as chuvas não sejam suficientes para encher os reservatórios que abastecem o estado. “Infelizmente não tem mais previsões de chuvas intensas para o interior do estado. O período de chuvas está acabando e não tem mais condição de formação de chuva”, afirmou Gilmar Bristot, meteorologista da Emparn.

A equipe de reportagem da Inter TV Costa Branca visitou alguns dos principais reservatórios do Rio Grande do Norte. A situação, na grande maioria deles, é preocupante. Notícia boa apenas no açude Pataxó, que transbordou no mês de março. Os moradores de Ipanguaçu, na região do Vale do Açu, comemoraram. Felicidade de uns, mas preocupação de outros. Na região do Alto Oeste, o cenário é diferente. O açude Bonito, principal reservatório do município de São Miguel, está totalmente seco. E está assim desde janeiro. Água, só através de carros pipa.

Safra do Nordeste supera a do Sudeste pela 1ª vez em 41 anos


Só a produção de soja no Nordeste deve crescer de 6,6 milhões de toneladas em 2014 para 8,5 milhões de toneladas neste ano 

A região Nordeste deverá produzir este ano uma safra de 18,9 milhões de toneladas, um aumento de 20,0% em relação ao ano passado, segundo o Levantamento Sistemático de Produção Agrícola (LSPA) de abril, divulgado nesta terça-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Diante desse desempenho, a região deve ultrapassar a produção do Sudeste pela primeira vez na história da pesquisa, realizada desde 1974.

Acréscimos nas produções de soja, milho de 1ª safra e feijão determinaram o avanço da região, principalmente na Bahia, no Piauí e no Maranhão. Só a produção de soja deve crescer de 6,6 milhões de toneladas em 2014 para 8,5 milhões de toneladas neste ano. Desse montante, 1,3 milhão de tonelada a mais virá apenas da Bahia.

No milho de 1ª safra, o acréscimo na produção na passagem do ano é de 1,1 milhão de tonelada, para 5,9 milhões de toneladas em 2015 na região Nordeste. "Enquanto isso, no Sudeste, a evolução foi muito pequena. Os preços da terra estão altos, e o espaço já é muito urbanizado. Então, há uma migração natural da agricultura", disse Mauro Andreazzi, gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE.

O Sudeste terá neste ano uma produção de 18,3 milhões de toneladas. O volume é 2,3% maior do que o colhido no ano passado.

Essa migração, segundo Andreazzi, é semelhante à observada em anos anteriores, quando produtores do Sul resolveram passar a cultivar grãos no Centro-Oeste, hoje a principal região produtora do País. "Bahia, Piauí e Maranhão são grandes produtores e têm microclimas iguais ao Centro-Oeste", observou.

Ao todo, o IBGE estimou uma safra de 201,0 milhões de toneladas para este ano, avanço de 4,2% em relação ao ano passado. O volume ainda é 0,6% superior ao apontado no levantamento de março.

Revisões. De acordo com IBGE, as estimativas mais favoráveis para as produções de milho de 2ª safra, trigo e soja no mês de abril contribuíram para que a safra brasileira fosse maior no levantamento do mês passado. Houve, porém, revisões para baixo nas estimativas de feijão 3ª safra, batata 3ª safra e café canephora (robusta).

Os preços em queda e a menor competitividade da produção doméstica ante a chinesa determinam a redução da produção da batata de 3ª safra, explicou Andreazzi. Entre março e abril, o volume produzido ficou 1,4% menor, passando a 752,781 mil toneladas. A quantidade é 20,5% menor do que no ano passado.

No caso do feijão de 3ª safra (-0,8% ante março), a exigência do vazio sanitário e a estiagem prejudicaram a intenção de plantio. "Os preços do feijão estão bons, mas alguns Estados só conseguem plantio com irrigação. Em Minas Gerais, por exemplo, dois meses seguidos de estiagem deixaram os reservatórios baixos, diminuindo a possibilidade de área irrigada. Além disso, para evitar a praga da mosca-branca, a terra precisa ficar de 15 de setembro a 20 de outubro sem plantas, e a colheita teria de ser feita antes disso, o que inviabilizou o plantio para alguns produtores", explicou Andreazzi. A produção do grão deve totalizar 413,362 mil toneladas, 12,1% abaixo do ano passado.

Já a produção de café robusta foi revista em -1,6% na passagem de março para abril, para 660,098 mil toneladas, por causa da falta de chuvas no Espírito Santos e ao excesso de umidade em Rondônia. No ano, a produção deve ser 16,6% menor do que em 2014.

O volume produzido de milho 1ª safra também deve ser menor do que o estimado em março. O levantamento indica colheita 0,6% menor em abril ante o mês anterior, para 30,750 milhões de toneladas. A safra, porém, será 0,6% maior do que em 2014.

Entre as culturas que tiveram estimativa revisada para cima na passagem do mês estão milho 2ª safra (+1,3% na passagem do mês, para 45,506 milhões de toneladas), soja (+0,9%, para 95,610 milhões de toneladas), trigo (+1,2%, para 7,807 milhões de toneladas) e cana-de-açúcar (+0,9%, para 678,948 milhões de toneladas). No ano, porém, as produções de milho 2ª safra e cana-de-açúcar serão menores do que em 2014.

Soja. De acordo com Andreazzi, a maior estimativa para a produção de soja no levantamento do mês passado se deve ao melhor rendimento do grão. Entre março e abril, o rendimento avançou 0,5%, segundo o órgão, e a produção subiu 0,9%, para 95,610 milhões de toneladas.

"O estágio final da colheita tem estimativas melhores, uma vez que a cultura foi menos prejudicada do que o esperado", afirmou Andreazzi. Segundo ele, Goiás e Minas Gerais tiveram problemas com a estiagem, mas as consequências foram menores do que o projetado. Em Goiás, por exemplo, a estimativa para a produção cresceu 1,5% entre março e abril.

Houve ainda um aumento de 0,4% na área a ser colhida no período, segundo o IBGE, o que também contribuiu para a estimativa maior. A soja continuará, portanto, como a principal cultura do País, abocanhando quase metade das 201,0 milhões de toneladas estimadas para a safra de 2015.

Em relação a 2014, a produção de soja deve crescer 10,6%. "Melhorou o rendimento, e todas as regiões aumentaram a área plantada, apesar de Goiás e Minas Gerais terem registrado problemas com estiagem, que prejudicou o rendimento", afirmou Andreazzi. Na comparação anual, a safra de soja será 3,6% menor em Goiás e 0,2% inferior em Minas Gerais.

Em Mato Grosso, o maior produtor, a safra de soja ficará perto de 27 milhões de toneladas, uma alta de 4,6% sobre 2014.
 
Colaboração ao Blog Ezequias Viana

Assembléia Geral Extraordinária dos Empregados da Emparn

CONVOCATÓRIA

PAUTA:
– Informes gerais;
– Informações sobre os dissídios coletivos 2007/2008 (5,52%), 2009/2010 (5,22%), 2010/2011 (6,30%), 2011/2012 (4,88%) e 2012/2013 (7,16%);
– Parada do dia 29 de maio (sexta-feira);
– Deliberações.

Data: 22 de maio de 2015 (sexta-feira)
Hora: 09 horas
Local: Sede da EMPARN (Av. Eliza Branco Pereira dos Santos, s/n – Parque das Nações – Parnamirim/RN)

Visite nosso site: www.sinairn.com.br
SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
RUA: LEONARDO DRUMOND, Nº. 1661, LAGOA NOVA, NATAL/RN,
CEP. 59.075-210 – FONE/FAX: 3206-1851, 3206-1861 e 3206-1899
CNPJ: 24.371.163/0001-49
Filiado a INTERSINDICAL

Agenda propõe soluções para a cajucultura do RN


A cajucultura representa uma das mais importantes atividades agrícolas do Rio Grande do Norte 

Produtores de caju do Rio Grande do Norte elaboraram esta semana uma agenda de desenvolvimento do setor, com ações a serem executadas nos próximos quatro anos. Entre as principais propostas apresentadas estão: a criação de um Plano Estadual de Desenvolvimento da Cajucultura; continuidade das pesquisas no campo para acesso a novos clones e mudas que se adaptem as condições de cada município e criação de um programa específico para cajucultura com acesso ao Funcaju, do Governo Federal.

Com mais de 100 mil hectares plantados, a cajucultura representa uma das mais importantes atividades agrícolas do Rio Grande do Norte, estando presente em todas as regiões do estado e sendo o terceiro produto na pauta de exportação. Porém, a estiagem prolongada e a falta de políticas públicas têm castigado os pomares, que já apresentam mais de 40% de perda dos cajueiros.

Da Agência Sebrae RN

Colunas - Tribuna do Norte

Exposição
Confirmada para o próximo fim de semana, período de 21 a 24, a Exposição Agropecuária do Seridó, em Caicó, com a realização do leilão na noite do sábado (23). É considerada uma das melhores exposições para negócios do interior do Estado.

Dia de Campo
Na próxima terça-feira (19), a Emparn fará um Dia de Campo na Estação Experimental Terras Secas, em Pedro Avelino. As atividades, para 60pequenos produtores rurais da região de Florância, serão coordenadas pelos pesquisadores Aurino Simplício e Guilherme Ferreira, com foco na crianção e ração para a ovinocaprinocultura.

A confirmação da ocorrência do fenômeno climático El Niño promete espantar o risco de geadas precoces e ao mesmo tempo garantir mais umidade para a safra de inverno no Centro Sul do Brasil. A avaliação dos meteorologistas é de que haverá chuva acima do normal, principalmente no Centro-Sul do Brasil. O fenômeno está se manifestando, somente na porção central do Oceano Pacífico que está aquecida.

17 maio, 2015

O Ciclo do algodão no Seridó

No final do século XIX, popularizou-se o plantio de algodão nas terras do Seridó, que até então era dominado pela pecuária.Toda a região do Seridó se orgulhava em produzir uma das melhores variedades de algodão do mundo, o algodão Mocó ou algodão Seridó, variedade que resistia às secas e fornecia capuchos de fibras longas, resistentes, de brancura única e poucas sementes.

O algodão seridoense abastecia inicialmente as indústriastêxteis da Inglaterra, que, até esse momento, se abastecia do algodão estadunidense, mas que, por motivo da independência estadunidense, teve seu fornecimento bloqueado. Foi, então, preciso buscar matéria-prima em outros locais. Quando a Inglaterra retomou o comércio com os Estados Unidos, o algodão seridoense ficou em segundo plano, mas a produção já tinha destino substitutivo: as indústrias paulistas que começavam a surgir.

Em 1905, o algodão superou o status do açúcar no estado, que, com o crescimento econômico, fez surgir políticos seridoenses, assim como uma elite agrária local. Ao assegurarem o controle político do estado, buscou-se realizar as melhorias adequadas para o cultivo e escoamento do algodão. Em 1924, foi criado o departamento de Agricultura, posteriormente o Serviço Estadual do Algodão (1924) e o Serviço de Classificação do Algodão (1927), além de outras melhorias como a construção de rodovias ligando o Seridó à capital.

O plantio do algodão foi a mais importante atividade econômica do Seridó. Mas em meados de 1918, os paulistas começam a investir em sua produção própria, após uma geada que destruiu as plantações de café e gradativamente deixaram de comprar o algodão seridoense; aliados a falta de investimentos em tecnologia, secas prolongadas e a inserção de pragas, como o bicudo que dizimou vastos algodoais, iniciou-se então a decadência do ciclo algodoeiro. Mesmo com essa situação, foi em Caicó no ano de 1984, que se deu o primeiro registro da colheita de algodão de fibra colorida, dando a partir daí todo o processo de melhoramento genético dessa linhagem.
Wikipédia  

16 maio, 2015

Áreas da Amazônia se regeneram

Alexandre Coutinho - MT322 no parque Indígena do Xingu, que liga Matupá a São José do Xingu 
Áreas desflorestadas da Amazônia estão se regenerando. Parte considerável de vegetação secundária, correspondente a 113 mil km², permaneceu inalterada entre 2008 e 2012. A extensão é 2,5 vezes maior que o número de desflorestamento ocorrido nesse período na região, que chegou a 44 mil km².

Os resultados da avaliação da dinâmica do uso e cobertura da terra na Amazônia Legal Brasileira fazem parte do projeto de pesquisa TerraClass realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A intensificação no uso de tecnologias agrícolas mais sustentáveis, aliada a políticas públicas, como o Plano Agricultura de Baixa emissão de Carbono (ABC), e a mecanismos de fiscalização e controle mais eficientes explicam os resultados. "Com a adoção de uma agricultura mais intensiva em áreas já ocupadas, diminui a pressão da agricultura sobre as áreas de vegetação e o impacto sobre a floresta é menor", afirma Alexandre Camargo Coutinho, pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, que atua no TerraClass.

Outro dado significativo é que a agricultura anual está crescendo a uma taxa constante, passando de 34 mil km², em 2010, para 39 mil km², principalmente em áreas de pastagens. Dos 42 km² de agricultura anual mapeados, 83% estão em áreas que tinham essa mesma atividade em 2010 e 15%, onde havia pasto. Por outro lado, as áreas de pastagens estão praticamente estáveis.

"Neste terceiro ano, passamos a ter uma ideia a respeito da dinâmica que ocorre na Amazônia. Estudos anteriores ao projeto eram pontuais e, por isto, relatavam a dinâmica de uma região. Com o TerraClass, começamos a ver as especificidades regionais", conta o pesquisador do Centro Regional da Amazônia (CRA/Inpe) Marcos Adami.

O TerraClass se baseia em dados gerados pelo Programa de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), executado pelo Inpe, com o intuito de produzir uma estimativa da taxa anual de desflorestamento. Para o desenvolvimento do relatório foram mapeados 751 km², o que corresponde à área total do desflorestamento ocorrido de 1988 até 2012.

As zonas de vegetação secundária correspondem a 22% do total do território mapeado, ficando atrás somente das classes de pasto que, juntas, predominam com aproximadamente 60%. Já a agricultura anual ocupa 5,64% desses espaços. O mosaico de ocupações, termo utilizado para se referir às zonas onde há uma associação de diversas modalidades de uso da terra, preenche pouco mais de 1% da área desflorestada. Já a mineração corresponde a 0,14% e a área urbana ocupa 0,71%, embora tenham apresentado crescimento de 7,5% e 6,9% ao ano, respectivamente. 

Portal Embrapa